Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Entenda por que Chico Buarque, Gil e Djavan processaram deputada do PL

Artistas acionaram a Justiça após músicas serem usadas em um curso pago com conteúdo político-ideológico


				Entenda por que Chico Buarque, Gil e Djavan processaram deputada do PL
Chico Buarque, Gilberto Gil e Djavan venceram processo na justiça. Reprodução

Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan e herdeiros de Augusto Boal e Mário Lago venceram na Justiça um processo sobre o uso indevido de músicas. A ação foi movida contra a deputada estadual Ana Caroline Campagnolo (PL-SC) e a Livraria Campagnolo após canções dos artistas serem utilizadas em uma aula paga do curso Clube Antifeminista, divulgada no YouTube e no Instagram.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Segundo o processo, Ana Caroline e a livraria teriam obtido autorização para utilizar as obras sob uma justificativa diferente da finalidade efetiva. Os artistas alegaram que as músicas foram usadas em uma “aula magna” com fins comerciais e conteúdo político-ideológico distinto do informado inicialmente.

Leia também

Entre as canções citadas na ação estão Mulheres de Atenas, Ai Que Saudades da Amélia, Super-homem – A Canção e Flor de Lis.

Entenda a decisão

Shorts Youtube
Play
Empresário que ganhou um Porsche ao apostar na vitória de Lula plota carro

Empresário que ganhou um Porsche ao apostar na vitória de Lula plota carro

Play
CRB terá maior tempo de recuperação - 28/10/2026

CRB terá maior tempo de recuperação - 28/10/2026

Play
Parlamentares de Alagoas repercutem à saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA; Parte 2

Parlamentares de Alagoas repercutem à saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA; Parte 2

Play
Parlamentares de Alagoas repercutem à saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA; Parte 1

Parlamentares de Alagoas repercutem à saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA; Parte 1

Play
Arthur Lira passa a ser articulador e uma possível ponte entre JHC e Assembleia

Arthur Lira passa a ser articulador e uma possível ponte entre JHC e Assembleia

A sentença, assinada em 23 de outubro de 2026, condenou a deputada e a Livraria Campagnolo pelo uso das obras no curso Clube Antifeminista. A juíza entendeu que a autorização para utilizar as músicas em determinado contexto não permitia o emprego em outra finalidade, especialmente comercial ou promocional.

“A autorização formal concedida para determinado suporte, contexto ou finalidade específica (como um projeto educacional gratuito) não confere autorização genérica nem autoriza o emprego da obra em contexto diverso, sobretudo de cunho comercial ou promocional de captação de clientela”, escreveu a magistrada.

A decisão determina o pagamento de R$ 100 mil por danos morais, em valor global, além de R$ 72.428 referentes ao faturamento de 884 vendas do curso na plataforma Cursology. Também foi estabelecido o pagamento de US$ 80,27 obtidos com a monetização de um vídeo no YouTube.

Ao justificar a condenação, a juíza afirmou que o uso das obras em um contexto político-ideológico diferente daquele associado aos autores, somado à divulgação de que o evento teria a anuência dos artistas, atingiu a integridade das criações e a honra dos compositores e sucessores.

“Ao utilizarem obras emblemáticas do patrimônio cultural brasileiro em contexto político-ideológico diametralmente oposto às convicções históricas e artísticas de seus autores, e ao anunciarem publicamente que o evento contava com a suposta anuência dos artistas, as rés violaram diretamente a integridade imaterial das criações e a honra subjetiva e objetiva dos compositores e de seus sucessores”, afirmou.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas