Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Oxalato de vegetais pode piorar inflamação em doenças intestinais

Estudo associa composto presente em vegetais ao agravamento da inflamação em pacientes com doença de Crohn e colite


				Oxalato de vegetais pode piorar inflamação em doenças intestinais
Nadin Sh/Pexels.

Alimentos como espinafre, amêndoas e batata-doce costumam ser associados a uma dieta saudável. Mas um estudo da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, indica que, para pessoas com doença inflamatória intestinal (DII), esses itens podem contribuir para a piora da inflamação.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A pesquisa, publicada na revista Cellular and Molecular Gastroenterology and Hepatology em 13 de agosto, investigou o papel do oxalato, um composto natural presente em alimentos de origem vegetal. Os resultados apontam que, em pacientes com doença de Crohn e colite ulcerativa, o organismo tem mais dificuldade para lidar com a substância, o que favorece seu acúmulo no intestino.

Leia também

Como o oxalato age no intestino

Em condições normais, grande parte do oxalato ingerido é eliminada nas fezes. No entanto, os pesquisadores observaram que pacientes com doença inflamatória intestinal apresentam níveis reduzidos de proteínas responsáveis por transportar a substância no intestino.

Shorts Youtube
Play
Coleta de DNA de familiares ajuda na identificação de pessoas desaparecidas em Alagoas

Coleta de DNA de familiares ajuda na identificação de pessoas desaparecidas em Alagoas

Play
Cobra é encontrada dentro de motor de carro em Maceió

Cobra é encontrada dentro de motor de carro em Maceió

Play
Justiça concede liberdade para o influenciador PTK

Justiça concede liberdade para o influenciador PTK

Play
Polícia investiga morte de jovem em apartamento no Conjunto Medeiros Neto

Polícia investiga morte de jovem em apartamento no Conjunto Medeiros Neto

Play
Suspeito de furtar fios é preso em flagrante após denúncia

Suspeito de furtar fios é preso em flagrante após denúncia

Com o sistema comprometido, o oxalato não é processado de forma adequada e passa a se acumular no ambiente intestinal. Os dados indicam que o acúmulo está associado ao aumento da inflamação na mucosa. A relação foi observada tanto em análises com pacientes quanto em experimentos com células e modelos animais.

Intestino reage de forma diferente ao composto

Um dos pontos centrais do estudo foi comparar a alimentação de pacientes com doença inflamatória intestinal e de pessoas sem a condição.

Apesar de consumirem quantidades semelhantes de alimentos vegetais, os pacientes apresentaram níveis mais altos de oxalato nas fezes, o que sugere que o problema não está apenas no que é ingerido, mas na forma como o organismo processa o composto.

Os pesquisadores usaram diferentes métodos para avaliar a dieta, incluindo questionários e análise genética de resíduos alimentares nas fezes.

Nos experimentos com animais, dietas enriquecidas com oxalato estiveram associadas a quadros mais graves de inflamação intestinal. Em alguns modelos, houve piora da doença e menor taxa de sobrevivência.

Em testes com células do sistema imunológico, o composto também intensificou respostas inflamatórias, reforçando a hipótese de que ele atua diretamente nesse processo.

O que muda para os pacientes

Os autores destacam que os resultados não indicam a necessidade de excluir alimentos de origem vegetal da dieta. A proposta é entender melhor como o organismo de cada paciente processa o oxalato.

O estudo também aponta o microbioma intestinal como possível caminho para intervenções. Certas bactérias ajudam a degradar o oxalato, mas estão reduzidas em pessoas com doença inflamatória intestinal.

Segundo os pesquisadores, futuras estratégias podem envolver tanto ajustes alimentares quanto abordagens voltadas à microbiota, com o objetivo de reduzir a inflamação de forma mais direcionada.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas