Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Menina nasce com condição rara que causa lesões na boca e no pescoço

No primeiro mês de vida, a pequena Kinley foi diagnosticada com uma condição rara que afeta as veias e cria lesões arrox


				Menina nasce com condição rara que causa lesões na boca e no pescoço
Divulgação/GoFundMe.

A norte-americana Cristen Gluch, de Utah, nos Estados Unidos, ficou apavorada logo após dar à luz quando, mesmo antes de poder segurar a filha recém-nascida, os médicos levaram a criança às pressas para realizar exames. A pequena Kinley nasceu com uma condição rara chamada malformação venosa.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Essa anomalia congênita afeta o desenvolvimento dos vasos sanguíneos, formando pequenas lesões de coloração azulada ou arroxeada que podem piorar com esforços, como o choro, por exemplo.

Leia também

Ao nascer, no primeiro choro, Kinley ficou com a boca e o pescoço roxos, o que deixou os médicos preocupados. Antes de entregarem a criança à mãe, a equipe a levou imediatamente para realizar exames e checar seus sinais vitais.

Os exames mostraram que os sinais da bebê estavam aparentemente normais, mas os médicos ainda não tinham respostas sobre o que estava acontecendo com a pequena e somente depois de um mês conseguiram diagnosticá-la corretamente.

Shorts Youtube
Play
Novidade na defesa do ASA - 14/07/2026

Novidade na defesa do ASA - 14/07/2026

Play
Lixo descartado nos trilhos preocupa: causa perigo e atrasa o deslocamento dos trens

Lixo descartado nos trilhos preocupa: causa perigo e atrasa o deslocamento dos trens

Play
Furto em Cruz das Almas: Polícia investiga mulher suspeita de furtar apartamento de idosa

Furto em Cruz das Almas: Polícia investiga mulher suspeita de furtar apartamento de idosa

Play
Água Branca: Polícia Civil investiga se acidente foi causado por embriaguez ou por terceiros

Água Branca: Polícia Civil investiga se acidente foi causado por embriaguez ou por terceiros

Play
Criminosos se passam por polícias e executam jovem dentro de casa em Rio Largo

Criminosos se passam por polícias e executam jovem dentro de casa em Rio Largo

“Ficamos apavorados quando nos mandaram para casa. Não tínhamos ideia de como isso afetaria a vida dela, ou se poderia ser fatal. Havia tantos medos e incógnitas”, disse Cristen ao The Sun.

Diagnóstico e tratamento da condição

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, sigla em inglês), a condição ocorre quando as veias não se formam corretamente, sendo caracterizada por inchaço, descoloração da pele, dor e sangramento.

No caso de Kinley, a malformação venosa afeta o rosto, os lábios, o pescoço, a boca e as vias aéreas. A garota já passou por 22 cirurgias e foi submetida ao procedimento de escleroterapia — procedimento que injeta uma substância esclerosante na veia, como glicose hipertônica ou polidocanol, a fim de fechá-la para melhorar a aparência e os sintomas.

Porém, ao realizar o procedimento, os médicos descobriram que a malformação da garotinha, que tinha apenas um ano na época, era muito maior do que se imaginava e mais complexa. Além disso, com o procedimento, o fluxo sanguíneo dela seguiu muito rápido em direção à veia jugular e teve que ser parado imediatamente para que não chegasse ao seu coração ou pulmão.

Devido ao tamanho da lesão de Kinley, os tratamentos convencionais não eram indicados. E, aos três anos, a sua condição se tornou ainda mais grave, com a formação de coágulos sanguíneos dentro da malformação venosa.

Assim, ela passou a ser medicada com injeções anticoagulantes, como solução temporária. Mas, por conta de todos os desafios ao longo do tratamento, os médicos decidiram realizar uma cirurgia considerada de altíssimo risco para remover todas as suas malformações.

“Durante aquela cirurgia de oito horas, pensamos sinceramente que poderíamos perdê-la. Foi o dia mais assustador de nossas vidas”, lembra Cristen, já que o risco de hemorragia era consideravelmente significativo.

Com o apoio de um cirurgião especialista em microcirurgias, a operação foi um sucesso e Kinley precisou apenas receber transfusão de sangue. “Foi depois daquela cirurgia que eu soube que nosso bebê ficaria bem. O pior finalmente havia passado”, relata a mãe.

Atualmente, ela tem sete anos e continua fazendo tratamentos minimamente invasivos. Agora sua família está investindo em um procedimento italiano chamado de eletroescleroterapia.

Embora a família tenha plano de saúde, eles abriram uma conta na plataforma GoFundMe para ajudar nas despesas.

Acompanhe a matéria em Metrópoles.com

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas