Tribunal do Júri de Apucarana absolve acusado de matar irmão e ocultar cadáver
Réu foi julgado pela morte do irmão, morto a a facadas em 19 de abril daquele ano

O Tribunal do Júri da Comarca de Apucarana realizou, nesta terça-feira (10), o julgamento de um homem acusado de homicídio e ocultação de cadáver em 2019 na cidade. O réu foi julgado pela morte do irmão, morto a a facadas em 19 de abril daquele ano, no Núcleo Dom Romeu Alberti.
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Durante a sessão plenária, o Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR), representado pelo promotor de Justiça Fabrício Drumond, sustentou a condenação do réu Wellington Cardoso da Silva pelo crime de homicídio privilegiado, bem como pelo delito de ocultação de cadáver.
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A defesa do acusado foi exercida pelos advogados Petrônio Cardoso, Mateus Felipe Machado, Susete Cardoso e Felipe Saconato Aoki, que apresentaram aos jurados a tese de que Wellington agiu em legítima defesa, além de sustentarem a inexistência do crime de ocultação de cadáver.
Após intensos debates entre acusação e defesa, conduzidos sob a presidência da juíza de Direito Caroline de Castro Carrijo, o Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses da defesa, reconhecendo a legítima defesa e afastando a acusação de ocultação de cadáver, resultando na absolvição do acusado em relação a ambos os crimes imputados.


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A sessão foi acompanhada por servidores do Poder Judiciário, estagiários de Direito, familiares do réu e demais interessados, que prestigiaram o julgamento até seu encerramento.
O CRIME
Bejair Cardoso da Silva, de 54 anos, foi morto a facadas na noite de Sexta-feira Santa (19 de abril) de 2019. O crime aconteceu em uma residência na Rua Rafael Sorpile, no Núcleo Habitacional Dom Romeu.
Um terceiro irmão foi quem denunciou o fato à Polícia Militar (PM). Na casa foi encontrado o corpo que estava nos fundos da residência, coberto por folhas de bananeira. O suspeito já não estava no local. Ee foi encontrado e preso na casa da mãe.
