Offshore ligada a Flávio era gerida por presidente de entidade de bets
Flávio Bolsonaro alega que foi convidado por Willer Tomaz. Cota do advogado no avião era administrada por presidente de associação de bets

A empresa de Willer Tomaz cuja conta bancária tinha Flávio Bolsonaro (PL) como “usuário master” era administrada, à época, pelo presidente de uma entidade que representa o interesses das bets. Como já mostrou a coluna, a maior fonte de renda do advogado amigo do senador vinha de uma empresa do setor, na qual ele negava ser sócio – agora sabe-se que ele era o único dono.
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Na semana passada, o UOL revelou que emails obtidos pela Polícia Federal em uma das fases da operação Sem Desconto indicam que Flávio dividia uma conta no banco Santander com Tomaz. Nesta quarta-feira (14/10), o jornal O Globo deu mais detalhes: o presidenciável estava cadastrado como “usuário master” da conta bancária dessa empresa, a Alcazar Holdings.
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Trata-se de uma offshore registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, que tem Tomaz como único dono e é proprietária de uma cota do jatinho Legacy 650 de matrícula PP-NLR. Outra dessas cotas pertencia a Daniel Vorcaro, que depois a ofereceu como contraparte pelo pagamento pelos serviços do escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes.
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