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Ministério exige antecedentes de jornalistas para entrevista com Paulo Guedes

Sindicato dos Jornalistas e a FENAJ divulgaram nota de repúdio à exigência

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) e a  Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) divulgaram uma nota repudiando a exigência apresentada pelo Ministério da Economia para que os jornalistas que participarão de coletiva com o ministro Paulo Guedes na próxima quinta-feira, em Fortaleza (CE), apresentem uma atestado de antecedentes criminais.

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Na nota, as entidade classificam a exigência como "uma obrigatoriedade completamente inédita e absurda" "contra os veículos e os profissionais que comentem o "pecado" de fazer jornalismo em tempos de autoritarismo, de disseminação do ódio e de destruição de direitos sociais e trabalhistas".

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"O fato é que os atuais representantes do Governo Federal, eleitos em meio uma onda de desinformação e da mentira, mais uma vez criam empecilhos para o trabalho de jornalistas. O tratamento dado aos jornalistas desde a posse de Jair Bolsonaro só é comparável ao praticado em ditaduras, autocracias e outros regimes e formas de governos autoritários ou fascistas", ressalta o texto.

A seguir a nota na íntegra das duas entidades:

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) repudiam com veemência a exigência colocada pelo Ministério da Economia, chefiado pelo economista Paulo Guedes, de que jornalistas apresentem "atestado de antecedentes criminais" para poderem obter credencial para a cobertura da agenda do ministro em Fortaleza.

Uma obrigatoriedade completamente inédita e absurda. Como reportou nesta tarde o jornal O Povo, uma cobrança "nunca antes apresentada para o acompanhamento de autoridades durante suas passagens pelo Ceará". Nem presidentes demandaram tal questão.

Para o Sindjorce e a FENAJ, a medida do Ministério faz parte da cruzada liderada por Bolsonaro contra a imprensa, sobretudo contra os veículos e os profissionais que comentem o "pecado" de fazer jornalismo em tempos de autoritarismo, de disseminação do ódio e de destruição de direitos sociais e trabalhistas.

Mas, a grande verdade é que se fosse atendido este critério de antecedentes, muitos integrantes do Governo Bolsonaro não poderiam nem estar em seus cargos. É o caso do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, condenado por improbidade administrativa, e pode ser o caso de Guedes, que é, segundo reportagem d?O Globo (https://glo.bo/2kefODE), suspeito de cometer crimes de gestão fraudulenta e temerária à frente de fundos de investimentos (FIPs) que receberam R$ 1 bilhão, entre 2009 e 2013.

O fato é que os atuais representantes do Governo Federal, eleitos em meio uma onda de desinformação e da mentira, mais uma vez criam empecilhos para o trabalho de jornalistas. O tratamento dado aos jornalistas desde a posse de Jair Bolsoanro só é comparável ao praticado em ditaduras, autocracias e outros regimes e formas de governos autoritários ou fascistas.

Enquanto sociedade civil organizada, representações de classe e lideranças populares, não podemos nos calar diante de todos esses atos imperiosos.

Seguimos atentos em defesa da democracia e de uma imprensa livre, crítica, plural e voltada ao interesse público.

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