Menina é encontrada morta com coleira no pescoço e mãe vai presa
Contradições nos depoimentos e novos elementos apontam que Samyra pode ter sofrido violência antes de morrer.

A mãe de Samyra Roberta Almeida, encontrada morta com uma coleira de cachorro presa ao pescoço, foi presa temporariamente pela Polícia Civil de São Paulo na tarde de terça-feira (25), em Peruíbe, no litoral paulista. A prisão ocorreu após investigadores identificarem contradições nos depoimentos e reunirem novos elementos sobre as circunstâncias da morte da menina.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Samyra foi encontrada sem vida no dia 10 de agosto, na parte externa da residência onde morava com a família, em Peruíbe.
Leia também
De acordo com o registro policial, o próprio irmão encontrou a menina desacordada e chamou a mãe. O socorro foi acionado, mas, quando a equipe chegou à residência, Samyra já estava morta. Ela foi encontrada com uma coleira de cachorro presa ao pescoço.
Desde o registro da ocorrência, a Polícia Civil passou a tratar o caso como morte suspeita e iniciou uma investigação para esclarecer o que teria acontecido antes de a menina ser encontrada.


Palmeiras vence Santos por 3 a 0 na Copa do Brasil - 27/08/2026

Retrospecto do CSA fora de casa na Série D - 27/08/2026

Indicado por Luciano adota tom diplomático e evita polemizar após ser exonerado da prefeitura

Davi Davino Filho tenta colar na direita para herdar votos que seriam para Alfredo Gaspar
No decorrer da apuração, os investigadores identificaram contradições nos depoimentos prestados e reuniram novos elementos que, segundo as informações policiais, apontaram indícios de que Samyra poderia ser submetida a situações de violência.
Com o avanço das investigações, a Justiça determinou a prisão temporária da mãe da menina. Na tarde de terça-feira, policiais civis localizaram a mulher no Jardim Caraminguava, em Peruíbe.
A mãe, que não teve a identidade divulgada, foi conduzida à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe. Segundo o boletim de ocorrência, ela permanece à disposição da Justiça.
A investigação continua para esclarecer as circunstâncias da morte de Samyra e determinar se houve participação de outras pessoas no caso.
