Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Governo sanciona lei para estimular produção de fertilizantes

Programa visa reduzir dependência externa do país, que importa mais de 80% do insumo


				Governo sanciona lei para estimular produção de fertilizantes
Foto: Divulgação.

O governo federal sancionou o Profert (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes), criado para estimular a produção nacional de adubos e matérias-primas e reduzir a dependência brasileira de fornecedores estrangeiros. A Lei 15.496, publicada nesta sexta-feira (4), estabelece mecanismos de incentivo à indústria, linhas de financiamento e uma mistura mínima obrigatória de fertilizantes produzidos no país aos produtos comercializados no mercado brasileiro.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A medida ocorre em um momento em que a dependência externa dos fertilizantes é considerada um dos principais pontos de vulnerabilidade do agronegócio brasileiro. Segundo o Senado, o país importa mais de 80% dos fertilizantes que consome.

Leia também

A nova legislação estabelece que, a partir de 1º de julho de 2027, os fertilizantes comercializados no Brasil deverão conter pelo menos 2% de produtos nacionais sintéticos ou minerais, em volume. O percentual deverá chegar a 10% a partir de 1º de janeiro de 2037.

O percentual poderá ser definido e ajustado pelo Confert (Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas), inclusive de acordo com cada componente do fertilizante. O conselho também terá a atribuição de acompanhar os resultados do programa e publicar relatórios anuais.

Shorts Youtube
Play
Lideranças evangélicas se dividem em apoios para o Governo de Alagoas

Lideranças evangélicas se dividem em apoios para o Governo de Alagoas

Play
Paulo Dantas nega insegurança na Rota dos Milagres ao rebater Arthur Lira

Paulo Dantas nega insegurança na Rota dos Milagres ao rebater Arthur Lira

Play
Após renunciar suplência, Ronaldo Lessa visita comitê do PSDB em Maceió

Após renunciar suplência, Ronaldo Lessa visita comitê do PSDB em Maceió

Play
Renan diz que crise do Banco Master tem “braço forte” em Maceió e cobra responsabilização

Renan diz que crise do Banco Master tem “braço forte” em Maceió e cobra responsabilização

Play
Renan acusa JHC de ter “viés ditatorial” por ações contra a imprensa alagoana

Renan acusa JHC de ter “viés ditatorial” por ações contra a imprensa alagoana

Financiamento

Outro eixo do Profert é a criação de condições de financiamento para a cadeia de fertilizantes e suas matérias-primas. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), além de instituições financeiras habilitadas, poderá financiar projetos voltados à estabilização de preços, construção e modernização de plantas industriais, pesquisa e inovação e infraestrutura e logística de produção e distribuição.

Os juros, prazos e demais condições das operações ainda serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A União poderá disponibilizar recursos para essas linhas, desde que exista previsão orçamentária.

Sustentabilidade é condição para participar

As empresas interessadas em acessar os financiamentos do programa precisarão ser habilitadas no Profert e cumprir critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.

Entre as exigências estão medidas de desenvolvimento local, compensação de emissões de gases de efeito estufa e busca por maior eficiência energética.

O Profert não ficará restrito aos fertilizantes tradicionais à base de nitrogênio, fósforo e potássio, conhecidos pela sigla NPK. A lei também contempla fertilizantes de origem orgânica, remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes.

Os remineralizadores são produzidos a partir de rochas moídas e podem fornecer nutrientes e melhorar características físicas, químicas e biológicas do solo. Já os bioinsumos e biofertilizantes podem utilizar microrganismos, como bactérias e fungos, para aumentar a disponibilidade e o aproveitamento de nutrientes pelas plantas.

Governo veta trecho sobre definição de fertilizante

A sanção presidencial ocorreu com um veto. O governo retirou do texto a definição de fertilizante como produto “extraído e produzido no território nacional”. Segundo o Executivo, a redação poderia entrar em conflito com a própria lógica da mistura prevista no programa, que permite a combinação de fertilizantes importados com produtos nacionais.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas