Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Governo requer ao Senado calendário especial para votar PEC da 6x1

Com isso, a votação da PEC pode ocorrer em dois turnos ainda nesta quarta-feira (14), se o requerimento for aprovado


				Governo requer ao Senado calendário especial para votar PEC da 6x1
Jonas Pereira/Agência Senado

A líder do governo Lula no Senado Federal, Teresa Leitão (PT-PE), informou que o requerimento para a adoção de calendário especial de tramitação da PEC 221/2019, que trata do fim da escala 6 x 1, foi apresentado à Mesa Diretora da Casa.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Com apoio de nove partidos e três blocos, o requerimento, caso aprovado, poderá garantir a votação da PEC em dois turnos no Plenário ainda nesta quarta-feira (14/10). Se o fim da escala 6 x 1 for aprovado, o governo Lula garante um de suas principais bandeiras na campanha pela reeleição.

Leia também

Em nota, a líder afirmou que “há direitos que não podem depender exclusivamente da capacidade de negociação de cada trabalhador”. “Por essa razão, a legislação brasileira estabeleceu, ao longo de sua história, garantias como as férias remuneradas, o 13º salário, o descanso semanal e os limites da jornada de trabalho”, ressaltou.

“São conquistas que demonstram que, diante da desigualdade existente nas relações de trabalho, cabe ao Estado assegurar direitos que protejam a todos. É com esse princípio que a liderança do governo Lula indicará o voto pelo fim da escala 6×1”, completou Teresa.

Shorts Youtube
Play
Ricardo Nezinho e Tenorinho Malta podem travar disputa pela presidência da ALE

Ricardo Nezinho e Tenorinho Malta podem travar disputa pela presidência da ALE

Play
Alfredo desconversa sobre apoio de JHC a Flávio e prevê vitória em Alagoas no 2º turno

Alfredo desconversa sobre apoio de JHC a Flávio e prevê vitória em Alagoas no 2º turno

Play
Chico Filho diz acreditar em neutralidade de JHC para Presidência da República

Chico Filho diz acreditar em neutralidade de JHC para Presidência da República

Play
Cícero Cavalcante retorna à Assembleia e sinaliza relação independente com JHC

Cícero Cavalcante retorna à Assembleia e sinaliza relação independente com JHC

Play
Alfredo Gaspar diz que apoio de Flávio Bolsonaro ao fim da escala 6x1 é definitivo

Alfredo Gaspar diz que apoio de Flávio Bolsonaro ao fim da escala 6x1 é definitivo

Passo a passo para a PEC da 6 x 1 ser aprovada nesta quarta

Primeiro turno: conclusão da quinta sessão de discussão e votação da PEC, com pelo menos 49 votos favoráveis;

Calendário especial: apresentação e aprovação do requerimento para abreviar os prazos regimentais;

Segundo turno: definição de um acordo para antecipar também a segunda votação, que exige outros 49 votos favoráveis;

Promulgação: se aprovada sem alterações em relação ao texto da Câmara, a PEC poderá ser promulgada pelo Congresso, sem sanção presidencial.

Nessa terça-feira (13/10), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou que um requerimento para acelerar a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 já conta com assinaturas suficientes para ser apreciado em plenário.

A proposta reduz o atual teto de jornada de 44 para 40 horas semanais e dois dias de descanso, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos. A transição será de duas horas reduzidas após 60 dias da promulgação e outras duas horas 12 meses depois dessa primeira redução, totalizando 14 meses.

O texto analisado será o mesmo aprovado pela Câmara dos Deputados em maio deste ano.

A PEC precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada. Se passar sem alterações, poderá ser promulgada pelo Congresso ainda em 2026, sem necessidade de sanção presidencial.

Número regimental

“A matéria estará incluída na Ordem do Dia da sessão deliberativa de amanhã [quarta-feira] e amanhã é a última sessão de discussão dessa proposta de emenda constitucional em primeiro turno. Portanto, amanhã, do ponto de vista regimental, estamos cumprindo o que foi acordado com os senadores e senadoras”, afirmou Alcolumbre nessa terça-feira (13/10).

“É lógico e evidente, já é público, vários senadores assinaram um requerimento de calendário especial, e eu informo a vossas excelências e ao Brasil que já há o número regimental para apreciação do calendário especial na tarde de amanhã”, disse,

Apesar de anunciar o número suficiente de assinaturas, Alcolumbre não assegurou a realização dos dois turnos.

O presidente do Senado tem defendido o cumprimento das regras regimentais e deixado a decisão sobre a antecipação para o plenário. Ao mesmo tempo, suas declarações públicas indicam que a Casa dispõe dos instrumentos necessários para acelerar a votação.

Nos bastidores, conforme apurou o Metrópoles, senadores admitem a possibilidade de concluir a análise nesta quarta para evitar desgaste político com o adiamento de uma proposta apoiada pela maioria da população.

Recuo de Flávio

A declaração de Alcolumbre se deu no mesmo dia em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula no segundo turno presidencial, recuou da posição contrária à proposta e anunciou que votará a favor da PEC.

Nos bastidores, conforme apurou o Metrópoles, senadores admitem a possibilidade de concluir a análise nesta quarta para evitar desgaste político com o adiamento de uma proposta apoiada pela maioria da população.

A declaração de Alcolumbre se deu no mesmo dia em que Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula no segundo turno presidencial, recuou da posição contrária à proposta e anunciou que votará a favor da mudança.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas