Fuzil, pistolas e espingardas: veja as armas que Bolsonaro deverá entregar por ordem de Moraes
Arsenal inclui pistolas, espingardas e fuzis; descumprimento pode levar Bolsonaro de volta ao regime fechado

Alexandre de Moraes determinou a apreensão de 11 armas vinculadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a revogação do porte e do registro de CAC (colecionador, atirador desportivo e caçador).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O que aconteceu
Leia também
Decisão mandou apreender uma pistola Glock 9mm que pertence a Bolsonaro e foi encontrada com um sargento do Exército em uma blitz em Brasília. A arma estava com Estácio Leite da Silva Filho, abordado a 33 quilômetros da casa onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar.
Moraes também listou outras dez armas que devem ser apreendidas, incluindo pistolas, carabinas/fuzis e espingardas. A relação inclui itens de uso permitido e de uso restrito, conforme descrito na decisão.


Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa
Veja a lista de armas citadas por Moraes para apreensão:
Pistola Forjas Taurus, calibre .380 Automatic (permitido)
Pistola Forjas Taurus, calibre .40 Smith & Wesson (restrito)
Pistola Glock, calibre 9x19 COLOmm Parabellum (restrito)
Carabina/Fuzil Caracal, calibre 5,56x45 mm (restrito)
Pistola Caracal, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito)
Carabina/Fuzil Springfield Armory, calibre 7,62x51 mm (restrito)
Espingarda Typhoon, calibre 12 GA (restrito)
Pistola Arex, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito)
Pistola SIG-Sauer, calibre 9x19 mm Parabellum (restrito)
Defesa tem 48 horas para entregar as armas à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Moraes determinou comunicação imediata à Polícia Federal para revogar o porte e o registro de CAC.
Prisão domiciliar segue sem prazo
Moraes decidiu manter por tempo indeterminado a prisão domiciliar de Bolsonaro e seguiu parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República). "A efetiva consumação da 'falta grave', entretanto, não foi comprovada, como destacado pelo procurador-geral da República", escreveu o ministro.
O ministro atendeu pedido da defesa para manter a domiciliar por questões de saúde e citou melhora clínica. Moraes afirmou que não há dúvidas de que Bolsonaro apresentou melhora na prisão domiciliar, "não somente em relação à 'broncopneumonia aspirativa', mas também no quadro geral de suas comorbidades".
As medidas cautelares seguem valendo, incluindo tornozeleira eletrônica e proibição de comunicação externa e redes sociais. Moraes afirmou que o descumprimento das regras pode levar à revogação da domiciliar e ao retorno ao regime fechado
