Casas Bahia já tem data para definir futuro de 1,9 mil funcionários; veja!
Reunião que estava prevista para esta semana foi adiada pela empresa para segunda-feira (31); trabalhadores afirmam estar sem informações sobre o que acontecerá

A situação de 1,9 mil funcionários da Casas Bahia deve começar a ganhar novos contornos na próxima segunda-feira (31). Uma reunião entre a empresa e o sindicato que representa os trabalhadores, prevista inicialmente para esta semana, foi adiada pela companhia.
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A informação foi relatada com exclusividade ao ND Mais por um funcionário demitido pela empresa. Segundo ele, após a decisão da Justiça que suspendeu as demissões, o sindicato informou aos trabalhadores que faria uma reunião com a Casas Bahia para entender como ficaria a situação dos empregados.
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“O sindicato entrou em contato. Informaram que ia ter uma reunião amanhã com a empresa para entender a situação toda, porém a Casas Bahia adiou para segunda-feira”, relatou.
A expectativa dos trabalhadores é que o encontro esclareça como a decisão judicial será aplicada e quais serão os próximos passos em relação aos funcionários atingidos.


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Trabalhadores dizem estar sem informações
O funcionário afirmou que os trabalhadores ainda não receberam orientações da Casas Bahia sobre a situação após a decisão judicial.
Segundo o relato, a empresa também não teria informado como ficará a situação dos empregados desligados antes da decisão que suspendeu as demissões.
O trabalhador afirmou ainda que, até o momento, recebeu apenas a documentação referente ao desligamento e orientações relacionadas ao exame demissional e à homologação.
A reportagem também questionou o funcionário sobre o contato com a empresa após a decisão judicial. Segundo ele, não houve comunicação direta e os canais de atendimento estariam apresentando dificuldades.
O que diz a Casas Bahia
Procurada pelo ND Mais, a Casas Bahia afirmou que respeita as decisões judiciais e que está adotando as medidas cabíveis no processo.
“A companhia respeita o Poder Judiciário e está adotando, nos autos, as medidas processuais cabíveis em relação à decisão. Reforça ainda que as decisões em curso integram um amplo processo de reestruturação, necessário para garantir a continuidade e a sustentabilidade do negócio, bem como a preservação dos empregos mantidos.”
A empresa, porém, não informou na nota enviada ao ND Mais se a reunião com o sindicato está confirmada para segunda-feira nem quais medidas serão adotadas em relação aos 1,9 mil trabalhadores.
Sindicato ainda não respondeu
O ND Mais também procurou o sindicato responsável pela representação dos trabalhadores para confirmar a reunião e saber quais pontos serão discutidos com a Casas Bahia.
O contato foi feito por e-mail e WhatsApp, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação da entidade.
A situação de 1,9 mil funcionários da Casas Bahia deve começar a ganhar novos contornos na próxima segunda-feira (31). Uma reunião entre a empresa e o sindicato que representa os trabalhadores, prevista inicialmente para esta semana, foi adiada pela companhia.
A informação foi relatada com exclusividade ao ND Mais por um funcionário demitido pela empresa. Segundo ele, após a decisão da Justiça que suspendeu as demissões, o sindicato informou aos trabalhadores que faria uma reunião com a Casas Bahia para entender como ficaria a situação dos empregados.
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“O sindicato entrou em contato. Informaram que ia ter uma reunião amanhã com a empresa para entender a situação toda, porém a Casas Bahia adiou para segunda-feira”, relatou.
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A expectativa dos trabalhadores é que o encontro esclareça como a decisão judicial será aplicada e quais serão os próximos passos em relação aos funcionários atingidos.
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Trabalhadores dizem estar sem informações
Fachada de uma unidade das Casas Bahia decorada para uma campanha promocional
Trabalhadores aguardam definição sobre os efeitos da decisão judicial que suspendeu as demissões coletivas da Casas Bahia
Foto: Reprodução/Redes sociais
O funcionário afirmou que os trabalhadores ainda não receberam orientações da Casas Bahia sobre a situação após a decisão judicial.
Segundo o relato, a empresa também não teria informado como ficará a situação dos empregados desligados antes da decisão que suspendeu as demissões.
O trabalhador afirmou ainda que, até o momento, recebeu apenas a documentação referente ao desligamento e orientações relacionadas ao exame demissional e à homologação.
A reportagem também questionou o funcionário sobre o contato com a empresa após a decisão judicial. Segundo ele, não houve comunicação direta e os canais de atendimento estariam apresentando dificuldades.
O que diz a Casas Bahia
Procurada pelo ND Mais, a Casas Bahia afirmou que respeita as decisões judiciais e que está adotando as medidas cabíveis no processo.
“A companhia respeita o Poder Judiciário e está adotando, nos autos, as medidas processuais cabíveis em relação à decisão. Reforça ainda que as decisões em curso integram um amplo processo de reestruturação, necessário para garantir a continuidade e a sustentabilidade do negócio, bem como a preservação dos empregos mantidos.”
A empresa, porém, não informou na nota enviada ao ND Mais se a reunião com o sindicato está confirmada para segunda-feira nem quais medidas serão adotadas em relação aos 1,9 mil trabalhadores.
Sindicato ainda não respondeu
O ND Mais também procurou o sindicato responsável pela representação dos trabalhadores para confirmar a reunião e saber quais pontos serão discutidos com a Casas Bahia.
O contato foi feito por e-mail e WhatsApp, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação da entidade.
Justiça mantém demissões suspensas
A reunião ocorre após uma nova decisão da Justiça do Trabalho envolvendo as demissões.
O TRT-10 extinguiu o mandado de segurança apresentado pela Casas Bahia contra a decisão que havia suspendido o desligamento de 1,9 mil funcionários. Com isso, permanece a determinação para que os vínculos trabalhistas e benefícios sejam mantidos provisoriamente.
A ação foi extinta porque, segundo a decisão, a empresa não apresentou documentos considerados obrigatórios para contestar a determinação anterior. A Justiça também manteve a suspensão de novas demissões coletivas sem negociação prévia com os sindicatos.
