Capitão da PM com 38 anos de carreira policial é morto a tiros em frente de casa
Policial militar foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta; autor segue foragido

O capitão Antônio José Batista dos Santos, integrante do 5º Batalhão da Polícia Militar (5º BPM) do Piauí, foi morto a tiros na tarde deste sábado (5), no bairro Planalto Uruguai, na zona leste da capital, Teresina.
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O policial militar foi atingido por disparos efetuados por um homem em uma motocicleta enquanto estava na porta da residência de amigos.
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As câmeras de segurança da rua registraram a dinâmica do crime. As imagens mostram a aproximação do suspeito, a execução dos disparos e a fuga imediata.
motocicleta utilizada na ação foi localizada e apreendida por agentes de segurança no bairro Promorar, na zona sul da capital piauiense.


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A polícia civil agora apura se o veículo possui registro de furto ou roubo. O autor dos disparos permanece foragido.
O que a investigação suspeita sobre o assassinato do capitão da PM?
A principal linha de investigação aponta para uma tentativa de assalto, configurando possível latrocínio.
De acordo com o comandante do Policiamento Metropolitano, coronel da PM Pitombeira, a análise preliminar das imagens sugere que o capitão fez menção de sacar sua arma de fogo antes de ser atingido.
O oficial confirmou que o suspeito não subtraiu nenhum pertence da vítima. A arma de fogo que estava com o policial foi recolhida pelas equipes de segurança no local.
Quem era o capitão da PM morto no Piauí?
Antônio José Batista dos Santos estava na ativa e acumulava 38 anos de serviço prestado à corporação.
Ele havia sido promovido ao posto de capitão neste ano e exercia diversas funções no 5º BPM.
Na vida pessoal, o capitão era separado, morava sozinho e tinha dois filhos.
O subcomandante do 5º BPM, major Marinho, classificou o militar como um profissional exemplar e afirmou que as buscas continuarão ininterruptamente até a prisão do criminoso.
O atendimento à ocorrência mobilizou diversas frentes de segurança, incluindo a Polícia Civil, a Perícia Criminal e o Instituto Médico Legal (IML).
O trabalho tático conta com o apoio de unidades especializadas, como o Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e as Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM).
O Comando-Geral publicou um comunicado oficial de luto prestando solidariedade aos familiares e amigos do militar.
