Boate clandestina é fechada por exploração sexual no interior
Durante a operação, 5 mulheres revelaram que se prostituíam no local, pagando entre R$ 100 e R$ 200 pelo aluguel dos quartos

Uma operação integrada, envolvendo as polícias Militar e Civil, GCM e Vigilância sanitária, fechou uma boate clandestina envolvida em um esquema de exploração sexual, no bairro Morumbi, em Atibaia, interior de São Paulo. A ação foi coordenada pelo delegado Hermes Jun Nakashima e registrada no 2° DP de Atibaia.
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A operação, ocorrida no último sábado (1º/8), tinha como objetivo fiscalizar diversos estabelecimentos comerciais da cidade, onde estaria ocorrendo irregularidades administrativas e outros crimes. O primeiro ponto a ser fiscalizado foi a boate “Prime”, que já havia passado sido fechado anteriormente pela prefeitura municipal por apresentar irregularidades, como falta de alvará. No entanto, o local não seguiu as ordens administrativas e voltou a funcionar.
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Ao chegarem no local, os agentes encontraram cinco mulheres, que se apresentaram como garotas de programa. Segundo o boletim de ocorrência, as mesmas revelaram que faziam programa no local mediante o aluguel dos quartos da boate, pagando R$ 100 por meia-hora e R$ 200 por uma hora. Durante o interrogatório também foi confirmado que o dono do estabelecimento seria Eder Augusto, que também estava presente.
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