Suposto ataque de ‘chupa-cabra’ deixa 6 ovelhas mortas em propriedade rural de Craíbas
Vídeo enviado à Gazetaweb mostra animais mortos no Sítio Serrote do Algodão
Um novo caso de morte de animais em circunstâncias consideradas incomuns foi registrado na zona rural de Craíbas, no Agreste de Alagoas, na madrugada deste sábado (24). Um vídeo enviado à Gazetaweb mostra seis ovelhas mortas em uma propriedade rural no Sítio Serrote do Algodão.
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Nas imagens, um homem mostra os animais e relata que eles foram encontrados mortos. O morador afirma que os bichos teriam sido atacados durante a madrugada, mas não apresenta uma explicação para o que aconteceu. A causa das mortes ainda não foi confirmada.
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O episódio voltou a alimentar especulações entre moradores da região, que associam ocorrências semelhantes à figura folclórica do “chupa-cabra”. Até o momento, porém, não há evidências que comprovem a existência de uma criatura responsável pelos ataques.

CASOS SE REPETEM


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Relatos de mortes em circunstâncias semelhantes vêm sendo registrados há meses, em municípios do Agreste alagoano, especialmente em áreas rurais de Craíbas, Arapiraca e Igaci.
Em maio deste ano, um criador encontrou uma ovelha morta ao chegar à propriedade. Desde então, outros produtores relataram episódios que, segundo eles, apresentam características parecidas, como animais mortos sem sinais evidentes de consumo da carne.
A suspeita de que os bichos estariam sendo encontrados sem sangue também aparece nos relatos de moradores, mas essa característica não foi confirmada por exames ou avaliações técnicas nos casos mencionados.

CRIADORES REFORÇAM SEGURANÇA
Diante dos prejuízos, alguns produtores passaram a adotar medidas para proteger os rebanhos. Entre as iniciativas relatadas estão a instalação de câmeras de segurança, o reforço da iluminação das propriedades e a manutenção dos animais em áreas mais próximas das residências.
Apesar dessas precauções, novos relatos continuam surgindo, enquanto os responsáveis pelas mortes não são identificados.
A hipótese de ataques de predadores é uma das possibilidades levantadas pelos moradores. No entanto, sem exames veterinários, perícia ou registros que permitam esclarecer as circunstâncias, não é possível determinar o que provocou as mortes.
