Segundo Estados Unidos, árbitro da Somália é suspeito de terrorismo
Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar no país para trabalhar como árbitro na Copa do Mundo

Metrópoles
10/06/2026 às 21:21 • Atualizada em 10/06/2026 às 21:43 - há XX semanas
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Após o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan ter sua entrada negada pelos Estados Unidos, o governo do país se pronunciou sobre o caso. De acordo com o órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, Omar é suspeito de ter vínculo com organizações terroristas.
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“Após uma análise mais aprofundada pelo órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, foram encontradas informações comprometedoras, incluindo vínculos com suspeitos de pertencerem a organizações terroristas, o que tornou o viajante inadmissível nos Estados Unidos de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade”, iniciou o comunicado enviado a TV Fox News.
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“O viajante teve sua admissão recusada e recebeu formulários de imigração que informam a disposição legal utilizada para efetuar uma remoção expedita nos termos da Seção 235 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA). O governo do presidente Donald Trump não permitirá que qualquer ameaça à segurança entre em nosso país, ponto final“, encerrou.
Omar Abdulkadir Artan foi um dos árbitros relacionados pela Fifa para apitar a Copa do Mundo. Porém, ele teve o visto negado pelos Estados Unidos, ficando fora da competição. O profissional teve suporte da embaixada da Somália, mas os EUA mantiveram a posição.


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Presidente da Fifa fala sobre o caso
Em coletiva de imprensa, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou sobre a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11/6) com a abertura entre México e África do Sul. Ele respondeu a questionamentos de jornalistas. Infantino falou sobre questões como a do árbitro Omar Artan, da Somália, que não foi liberado para entrar nos Estados Unidos e sobre a seleção do Irã.
“É uma pena o que aconteceu com Omar, o árbitro da Somália. Sempre tentamos achar soluções, mas temos de entender que não somos os reis do mundo que podem mandar em governos e forças policiais. Somos uma organização esportiva. Queremos unir o mundo e se posso pedir uma coisa. Podem me criticar. Mas promovam a unidade no mundo”, disse.