Copa do Mundo: entenda por que o Brasil joga de calção branco contra a Escócia
Conjunto que marcou a Copa de 2014 é utilizado pela 11ª vez em Mundiais

O Brasil entrou em campo de camisa amarela e calção e meiões brancos nesta quarta-feira (24), contra a Escócia, pela última rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O conjunto, que foi vestido pela Seleção em apenas 10 jogos ao longo da história dos Mundiais, será utilizado pela primeira vez no torneio desde 2014.
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Esta é a terceira combinação de uniforme diferente do Brasil nesta Copa. No empate com o Marrocos, os jogadores também usaram a tradicional amarelinha e os meiões brancos, mas com shorts azuis. Já na vitória sobre o Haiti, o conjunto reconhecido como padrão deu lugar ao alternativo: camisa e calção azuis — com a logo da Jordan, subsidiária da Nike —, acompanhados de meiões pretos.
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A escolha pela peça branca segue uma orientação da Fifa, que tenta evitar ao máximo que as cores de qualquer parte do uniforme — até mesmo o meião — dos times sejam iguais. Por ser considerada a mandante do duelo, a Escócia tem o direito de jogar com o kit principal, que é todo azul. Com isso, a Seleção foi obrigada a trocar o calção.
A Copa em que o conjunto composto pela camisa amarela e pelos shorts e meiões brancos mais se repetiu foi justamente a de 2014. Jogando em casa, a equipe pentacampeã mundial disputou quatro de sete partidas com essa combinação.


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A Seleção também vestiu amarelo e branco em outras cinco edições: 1962 — ano do bi —, 1974, 1978, 1986 e 2006.

Veto da CBF à camisa vermelha expõe disputa de poder
Se no jogo decisivo da fase de grupos os atletas de linha vão vestir uma peça considerada rara, no gol houve uma alteração de última hora no uniforme que será utilizado por Alisson. Dias antes do confronto contra a Escócia, a CBF solicitou à Fifa a troca da camisa de goleiro de vermelha para verde.
O episódio vai muito além de uma simples mudança estética, escancarando as divergências internas na entidade e a estratégia política adotada pelo presidente Samir Xaud, conforme apurado pelo Lance!.
A camisa vermelha, assim como os modelos verde e preto, fazia parte das opções oficiais disponibilizadas pela Nike para os goleiros quando o Brasil atua com o tradicional uniforme amarelo. A medida causou estranheza dentro da entidade máxima do futebol, embora tenha sido permitida pelo regulamento.
