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Corruptores que se enrolaram na Lava Jato financiaram filme sobre Lula


				Corruptores que se enrolaram na Lava Jato financiaram filme sobre Lula

Enrolados na Lava Jato bancaram filme de Lula

O atônito PT parece, também, esquecido ao ignorar que o filme “Lula, o filho do Brasil” foi bancado por ao menos quatro empresas que, tempos depois, foram reveladas como corruptoras e protagonistas de um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil: a Lava Jato. O pastelão, de 2009, recebeu caminhões de dinheiro das empreiteiras Odebrecht, Camargo Correa e OAS, que mais tarde viram seus controladores atrás das grades. Outra que colocou grana no filme de Lula foi a manjada JBS.

Era o presidente

Diferente de Jair e Flávio Bolsonaro, Lula estava na Presidência da República quando as empresas bancaram o filme.

Passa no caixa

Em dezembro de 2009, empreiteiras patrocinadoras do filme assinaram ao menos cinco contratos com a Petrobras. No total: R$8,9 bilhões.

Antro conhecido

Os contratos envolviam a refinaria Abreu e Lima, antro de corrupção. Em janeiro de 2024, Lula achou uma boa ideia retomar as obras paralisadas.

Telefone vermelho

A JBS, de Wesley e Joesley Batista, até fez delação premiada. Hoje, com livre trânsito no governo, Lula até usa telefone dos irmãos para ligações.


				Corruptores que se enrolaram na Lava Jato financiaram filme sobre Lula
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato a presidente - Foto: Pedro França/Agência Senado

Gravações fazem sangrar pré-candidatura de Flávio

É devastador para Flávio Bolsonaro (PL-RJ) o impacto dos áudios em que ele cobra do banqueiro Daniel Vorcaro dinheiro para a produção de filme sobre seu pai, estrelado pelo ator Jim Caviezel. Representa um golpe arrasador. O total de R$ 61 milhões virou munição letal. Os áudios fazem “sangrar” a pré-candidatura de Flávio e podem até mesmo inviabilizar o projeto. Cobrar dinheiro de um tipo como Vorcaro pode fazer dele um fardo tóxico quando se aproximava do eleitorado moderado.

Acesso ao inferno

Nos diálogos, Flávio cobra o cumprimento do contrato de financiamento de um banco de má fama para um projeto familiar de alto custo.

Imagem que cola

Os áudios transformam a rejeição ao senador, herdada do ex-presidente, em indignação. Pedir dinheiro a Vorcaro é o tipo de imagem que cola.

Não tem volta

Em um país ansioso por ética pública, senador cobrando R$ 61 milhões de um banqueiro envolvido em corrupção pode ser o fim do caminho.

Transparência é a chave

Flávio Bolsonaro demorou a se manifestar sobre Daniel Vorcaro e até a apoiar a CPI do Banco Master. E, ao esconder o contrato de patrocínio do filme, virou alvo fácil dos adversários. Não será fácil se safar.

Flávio não negou

Flávio Bolsonaro confirmou as mensagens a Vorcaro e explicou que era iniciativa de um filho lutando para viabilizar filme sobre o pai “sem um centavo de verba pública ou Lei Rouanet”, era financiamento privado.

Seria sensato

Se a direita tivesse juízo, teria feito greve de fome na porta do Palácio dos Bandeirantes até Tarcísio de Freitas topar a candidatura presidencial. Mas juízo anda escasso e agora o governador já não pode ser candidato.

Vai melhorar

O deputado príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) celebrou a troca de comando no TSE, agora presidido por Kássio Nunes Marques, “abre uma lacuna de esperança” de eleições sem intromissão.

Tô fora

Rodrigo Pacheco (PSB-MG) deve mesmo ficar fora da disputa pelo governo de Minas Gerais, como era desejo de Lula. A desconfiança após rejeição de Jorge Messias para o STF terminou de enterrar o plano.

Recorte

Chama atenção o perfil do eleitor que registrou aumento na reprovação de Lula, na Quaest de ontem (13): é do Nordeste, recebe até 2 salários mínimos e é beneficiário do Bolsa Família.

Me erra

A oposição se animou após a posse de Kássio Nunes Marques como presidente do TSE. Não pelo ministro, mas pelo afastamento de Lula e Davi Alcolumbre, que não trocaram palavras durante a cerimônia.

Amor e ódio

Levantamento da ESPM-SP mostra que Neymar mexe com o torcedor brasileiro. Segundo a pesquisa, 56% da torcida quer o camisa 10 de volta à Seleção. Os que não convocariam “de jeito nenhum” somam 3,5%.

Pensando bem...

...Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro expõe o bolsonarismo virando refém de práticas que o eleitorado repudia.

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