As polêmicas recentes envolvendo a Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) ocasionaram em uma reunião de emergência da Comissão de Ética da entidade que controla o futebol mundial. Ontem, o secretário-geral da organização, Jérome Valcke afirmou que o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, está completamente limpo das acusações de corrupção.
Principal dirigente do futebol brasileiro, o mandatário da entidade máxima do esporte no País foi acusado de propina pela imprensa inglesa. Segundo os britânicos, Ricardo pedira favores em troca de votos para a nação europeia sediar a Copa do Mundo de 2018 - a Rússia venceu o pleito, enquanto Inglaterra recebeu apenas dois votos.
Somado a Ricardo Teixeira, outros três dirigentes acabaram inocentados neste domingo: Jack Warner, presidente da Concacaf (Confederação de Futebol das Américas do Norte, Centro e Caribe), Nicolas Leoz, mandatário da Conmebol (Confederação Sul-Americana), e Worawi Makudi, membro do comitê executivo da Fifa.
O quarteto havia sido acusado de conduta "imprópria e antiética" nas eleições que definiram as sedes dos Mundiais de 2018 e 2022. Além da Rússia, o Catar venceu o pleito para o torneio que será realizado daqui a 11 anos.
