A pressão para a saída de José Maria Marin da CBF e do Comitê Organizador da Copa do Mundo tem um objetivo maior: garantir uma ruptura no esquema deixado por Ricardo Teixeira no futebol brasileiro e nos canais financeiros da organização do Mundial.
A Fifa gostaria de ver uma definição para o caso até meados de maio, quando parte para as Ilhas Maurício para seu congresso anual.
Mas, uma apuração realizada peloEstadocom fontes em Zurique e Rio de Janeiro, aponta que os verdadeiros interesses da entidade, do governo e grupos de oposição entre a cartolagem brasileira estão focados em fazer ruir a estrutura financeira e de poder montada por Teixeira antes de se mudar para Miami.
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