Por mais que ainda esteja vinculado ao Atlético-MG, Jobson faz parte do dia a dia do Botafogo. Atualmente, diretoria e comissão técnica avaliam se haveria algum benefício em reintegrar um jogador que protagonizou diversos casos de indisciplina em sua segunda passagem por General Severiano, no segundo semestre de 2010. Se o atacante voltará ao clube, ainda não se sabe. Mas ele já foi avisado pelo presidente Maurício Assumpção que um possível retorno acontecerá apenas se o jogador aceitar se internar para tratamento de dependência química.
Assumpção prefere tratar a questão de forma interna. No entanto, nas constantes conversas que estabelece com Jobson por telefone, deixou claro que esta é a única alternativa para que o Botafogo aceite de volta o jogador antes do fim do contrato de empréstimo com o Atlético-MG, que termina em dezembro.
Um dos empresários de Jobson, Antenor Joaquim atualmente encontra-se em Brasília, para onde o atacante foi depois de deixar o Atlético-MG. Seu trabalho nos próximos dias será, ao mesmo tempo, convencer Jobson da necessidade do tratamento e encontrar, com a diretoria do Botafogo, um meio para que o jogador retorne ao clube de maneira que todas as partes fiquem satisfeitas.
- O Jobson tem a consciência de que precisa aceitar as condições impostas pelo Botafogo. Mas estamos conversando com a diretoria para encontrarmos um meio-termo - disse Antenor Joaquim.
