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Sistema prisional de AL tem 6,5 mil detentos e vagas distribuídas de forma desigual


				As nove unidades prisionais de Alagoas têm 5.310 vagas, mas abrigam 6.505 detentos. O excedente é de 1.195 pessoas.
Sistema prisional está 22% acima da capacidade. ASSESSORIA TJ/AL

				O presídio, em Maceió, tem capacidade para 596 presos, mas abriga 1.184 — praticamente o dobro do limite.
Cyridião Durval é um dos casos mais graves. ASSESSORIA TJ/AL

				O Presídio de Segurança Máxima de Maceió opera 49% acima da capacidade. Já a Cadeia Pública registra excedente de 37,4%.
Superlotação se repete em outras unidades. ASSESSORIA TJ/AL

				Mesmo com o déficit geral, cinco unidades têm vagas livres. Segundo a Justiça, regras contratuais impedem que algumas delas recebam presos acima do limite.
73 vagas continuam ociosas. ASSESSORIA TJ/AL

				O excesso de detentos compromete espaço para dormir, circulação, ventilação, higiene, alimentação, saúde, educação e trabalho.
Superlotação afeta direitos básicos. ASSESSORIA TJ/AL

				Segundo especialistas, unidades superlotadas são mais difíceis de controlar. Em Alagoas, a reincidência criminal é de cerca de 36%.
Problema também afeta a segurança. ASSESSORIA TJ/AL

				A OAB/AL defende alternativas penais, revisão de processos e ampliação de saúde, educação e trabalho. A entidade também acionou órgãos públicos após denúncias de tortura, falta de alimentos e higiene.
OAB cobra medidas no sistema. ASSESSORIA TJ/AL

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