Alagoas é alvo de operação nacional contra venda de celulares ligados a crimes
Receita Federal fiscaliza cinco pontos no Estado durante nova fase da 'Última Chamada'
Alagoas está entre os oito Estados alvos da segunda fase da Operação Última Chamada, ação nacional voltada ao combate à comercialização irregular de aparelhos celulares. No Estado, quatro servidores da Receita Federal participam da fiscalização de cinco pontos de venda.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A operação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e tem caráter permanente. O foco é identificar estabelecimentos que comercializam celulares de forma irregular, incluindo aparelhos relacionados a crimes e produtos sem comprovação de origem ou com pendências junto aos órgãos de fiscalização.
Leia também
Em Alagoas, as equipes também podem identificar outros produtos que tenham entrado irregularmente no país, como celulares sem importação regular e dispositivos clandestinos de transmissão de canais fechados, conhecidos como TV Box.
A atuação da Receita Federal busca ainda combater a concorrência desleal e proteger comerciantes que trabalham dentro das normas legais.


Gustavo Corrêa, de 29 anos, está desaparecido há dois dias em Arapiraca

Vizinho é preso suspeito de agredir criança e esfregar rosto dela no chão em AL

TV Gazeta inicia nesta quinta-feira (17) entrevistas com candidatos ao Senado

TRE-AL inicia nesta quarta preparação das urnas após análise de candidaturas

Fiscalização em oito Estados
Ao todo, a segunda fase da Operação Última Chamada mobiliza 67 servidores da Receita Federal para fiscalizar 72 pontos de venda nos Estados de Alagoas, Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Acre.
Na 4ª Região Fiscal, que reúne Alagoas e Rio Grande do Norte, são 29 pontos incluídos na operação. Em território potiguar, oito servidores atuam em 21 alvos. Já em Alagoas, quatro servidores foram mobilizados para cinco locais.
A operação dá continuidade às ações realizadas em agosto, quando a primeira fase resultou na recuperação de 9.989 celulares, além de 396 prisões em flagrante e da fiscalização de 601 estabelecimentos comerciais em dez dias.

Na ocasião, também foram enviadas 51.604 notificações a pessoas que estavam de posse de aparelhos identificados como objetos de crime.
A Operação Última Chamada reúne órgãos federais e forças de segurança com o objetivo de fortalecer a fiscalização e combater a cadeia de comercialização irregular de celulares. A iniciativa também busca dificultar a circulação de aparelhos relacionados a crimes e de produtos que ingressaram no país sem a regularização exigida.
