Mais uma vez, a Mineração Vale Verde (MVV) está fazendo história. Agora a empresa alagoana é hexa: a MVV alcançou pela 6ª vez consecutiva o “Selo Ouro” no Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), honraria concedida pelo Programa Brasileiro GHG (PBGHG) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Nesta quarta-feira (16), é reverenciado o Dia Mundial para a Preservação da Camada de Ozônio, e a empresa alagoana segue fazendo a sua parte.
O feito atingido é em relação aos dados do ano passado, a partir do Registro Público de Emissões, que podem ser conferidos no site registropublicodeemissoes.fgv.br.
O webinar com o anúncio do novo inventário foi realizado no último dia 26 de agosto, podendo ser assistido aqui: youtube.com/watch?v=rOlQtxiFzpo
"Aqui na MVV, o avanço industrial está atrelado à sustentabilidade. E o Selo Ouro representa o nível mais elevado de reconhecimento dentro desse Programa e valida o compromisso da nossa mineradora com a gestão de informações, em linha com as melhores práticas de ESG atualmente. Em nossa empresa, temos diversas medidas de monitoramento e mitigação de emissão de gases do efeito estufa", diz o coordenador de Meio Ambiente da MVV, Carlisson Romano.
Ainda neste ano, a MVV recebeu também o Selo Ouro no Programa Alagoas pelo Clima, do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL).
Como parte do compromisso ambiental e institucional a mineradora e mais outras 22 empresas conscientes estão fazendo a diferença na descarbonização do nosso Estado, ingressando também como membro do Grupo de Trabalho em Baixo Carbono e Recursos Naturais promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), a mostrar que a sustentabilidade está nas veias das instituições alagoanas.
COMPROMISSO VERDE
No total, em 2025, a nossa empresa realizou a doação de 7.042 mudas nativas da região, para entidades e instituições parceiras — dentre elas, associações, escolas, prefeituras e o Programa Alagoas Mais Verde, do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) — este ano, a mineradora segue dando suporte a esse Programa estadual.
A MVV conta com mais de 770 "campos do ASA" de área de mata preservada, tendo ainda um Centro de Educação Ambiental (CEA) ativo, onde há cultivo de mudas nativas e plantio em áreas da Reserva Legal, em que se acontece o “sequestro” desses gases do efeito estufa.
O local possui três viveiros, onde já houve mais de 215 mil mudas nativas cultivadas, desde sua inauguração em 2013. Essas mudas são de 40 espécies da região, onde o bioma Caatinga impera, usadas para doação para Craíbas, Arapiraca e cidades vizinhas e na revegetação dentro do site da MVV.
Em 2024, o CEA também foi contemplado com a renovação do selo internacional da UNESCO como sendo “Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga”, por seu trabalho sério com o meio ambiente.
Houve também o plantio de mudas também internamente de mais de 3.500 mudas. A ação englobou os cumprimentos estratégicos do nosso Plano de Compensação Florestal, sendo algo registrado em relatórios regulares e reportado aos órgãos ambientais.
O ativo situado na cidade de Craíbas, no Agreste alagoano, realiza ainda os Programas de Proteção e Monitoramento de Fauna e Flora e Reflorestamento da Caatinga.
Atualmente, a MVV detém mais de 20% de todo o remanescente vegetativo de Craíbas. Isto é, a MVV é verdadeiramente um “pulmão verde” dentro do nosso município.