Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

TJAL mantém indenização a vítima de tentativa de feminicídio em Arapiraca

Relator do processo, desembargador Fábio Ferrario destacou a dupla violência sofrida pela jovem, que perdeu a mãe e teve o corpo queimado no ataque


				TJAL mantém indenização a vítima de tentativa de feminicídio em Arapiraca
Relator, desembargador Fábio Ferrario. Caio Loureiro - TJ

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) manteve, por unanimidade, a indenização imposta a um homem condenado por matar a companheira e tentar matar a enteada. A decisão foi proferida nessa quinta-feira (20).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Relator do processo, o desembargador Fábio Ferrario destacou a gravidade das consequências sofridas pela jovem, que tinha 14 anos na época do crime, e afirmou que ela foi vítima de uma dupla violência: por ser mulher e adolescente. Para o magistrado, a agressão ocorreu em um contexto de desigualdade estrutural e relações assimétricas de gênero.

Leia também

Os crimes ocorreram em agosto de 2011, na cidade de Arapiraca. De acordo com os autos, o homem despejou uma substância inflamável sobre o corpo da companheira e da filha dela e ateou fogo em seguida.

A companheira do acusado não resistiu aos ferimentos e morreu. A filha dela foi socorrida e encaminhada a uma unidade de emergência. Ela sofreu queimaduras de segundo grau no antebraço, no dorso da mão e nos dedos do braço esquerdo, além de queimaduras de primeiro grau e escoriações em outras regiões do corpo.

Shorts Youtube
Play
Ex-deputado que negou palanque com Bolsonaro pede perdão a Michelle

Ex-deputado que negou palanque com Bolsonaro pede perdão a Michelle

Play
Jiboia é encontrada dentro de motor de carro em oficina de Maceió

Jiboia é encontrada dentro de motor de carro em oficina de Maceió

Play
Dietal celebra o Dia do Folclore em Alagoas

Dietal celebra o Dia do Folclore em Alagoas

Play
Festival Sabores de Alagoas: gastronomia, música e artesanato

Festival Sabores de Alagoas: gastronomia, música e artesanato

Play
Corpo é encontrado na Praia da Avenida em Maceió

Corpo é encontrado na Praia da Avenida em Maceió

Segundo Ferrario, a jovem sofreu não apenas as consequências físicas do ataque, mas também os impactos psicológicos e sociais decorrentes da perda da mãe em um contexto de violência doméstica. O desembargador ressaltou ainda que as sequelas deixadas pelo episódio interromperam o sonho da vítima de seguir carreira como modelo.

No processo cível, o réu havia sido condenado pela 3ª Vara de Arapiraca a pagar indenização por danos morais à sobrevivente. Ele recorreu ao TJAL pedindo a redução do valor, alegando ter sofrido um AVC, cumprir pena em prisão domiciliar e não possuir fonte de renda. Também argumentou que a quantia poderia gerar enriquecimento sem causa para a enteada.

Ao analisar o recurso, os desembargadores da 4ª Câmara Cível mantiveram o valor da indenização. Apesar de considerarem a quantia inferior ao que seria adequado diante da gravidade do caso, eles entenderam que não seria possível alterá-la porque o valor não havia sido questionado pela vítima.

Na avaliação de Fábio Ferrario, a indenização por danos morais deve cumprir não apenas uma função compensatória, mas também um caráter pedagógico, de modo a desestimular novas condutas semelhantes.

O desembargador também destacou que o ataque deixou uma marca permanente no braço esquerdo da vítima e interrompeu seu projeto de seguir carreira como modelo, além de provocar um impacto profundo em seu desenvolvimento durante a adolescência.

Assim, o TJAL manteve a decisão de primeira instância e preservou o valor da indenização concedida à vítima.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas