Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

WTA anuncia teste de gênero para jogadoras do circuito feminino

Todas as tenistas deverão cumprir um teste genético de gênero, exame que será realizado apenas uma vez na carreira


				WTA anuncia teste de gênero para jogadoras do circuito feminino
Raquete de tênis. Diego Ortiz/ Pixabay

A Associação de Tênis Feminino (WTA) implementará uma nova política de elegibilidade para atletas que disputam o circuito profissional. A partir desta terça-feira (21), todas as tenistas deverão cumprir um teste genético de gênero, exame que será realizado apenas uma vez ao longo da carreira.

Tudo em um só lugar.

Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O procedimento poderá ocorrer por meio de uma amostra de sangue ou de um swab de saliva. O objetivo é identificar a presença do gene SRY, localizado no cromossomo Y associado ao desenvolvimento de características biológicas masculinas. Caso o resultado seja positivo, a atleta passará por uma avaliação médica antes de qualquer definição sobre sua participação nas competições.

Leia também

Em comunicado, a WTA informou que a decisão foi aprovada pelo conselho da entidade após um processo de revisão que incluiu consultas às atletas e análise das mudanças nas normas do esporte feminino.

"Após a revisão mais recente, que incluiu consultas com as associadas da WTA e a análise da evolução dos padrões no esporte feminino, o conselho da WTA aprovou uma política de elegibilidade feminina atualizada, com vigência a partir de 2026, baseada no sexo biológico. A WTA reconhece que esta é uma questão sensível e complexa e está comprometida em tratar todas as jogadoras com dignidade e em implementar a política de forma respeitosa e ponderada", informou a entidade.

Shorts Youtube
Play
Alunos do 3º ano participam de imersão na Ufal

Alunos do 3º ano participam de imersão na Ufal

Play
Operação Águas Turvas no Sertão

Operação Águas Turvas no Sertão

Play
Fiscalização de esgoto na feirinha do Tabuleiro

Fiscalização de esgoto na feirinha do Tabuleiro

Play
Polícia Militar prende traficante de drogas no bairro do Poço em Maceió

Polícia Militar prende traficante de drogas no bairro do Poço em Maceió

Play
PC prende suspeito de tentar matar mulher a golpes de faca no bairro Vergel do Lago

PC prende suspeito de tentar matar mulher a golpes de faca no bairro Vergel do Lago

Segundo a organização, a política de elegibilidade, válida a partir de 2026, terá como referência o sexo biológico. A entidade também destacou que reconhece a complexidade do tema e afirmou que pretende aplicar as novas regras de forma respeitosa, com tratamento digno a todas as jogadoras.

A atualização substitui a norma adotada em 2024, que autorizava a participação de mulheres trans no circuito feminino desde que mantivessem os níveis de testosterona abaixo de 2,5 nmol/L por dois anos consecutivos. Com a nova política, mulheres trans deixam de ser elegíveis para disputar os torneios da WTA. Até o momento, não há registro de atletas trans que tenham atuado no circuito profissional da entidade.

A WTA afirmou que a mudança busca preservar a igualdade de condições entre as competidoras. A organização também lembrou que as regras de elegibilidade são revisadas periodicamente desde a criação da política, em 1975.

"A política de elegibilidade feminina da WTA foi concebida para promover a igualdade de oportunidades no tênis profissional feminino e manter uma competição justa para todas as jogadoras que participam dos torneios da WTA. Desde sua implementação em 1975, a política de elegibilidade passou por revisões periódicas em função dos desenvolvimentos no esporte internacional".

A decisão acompanha a orientação anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), que determinou a adoção de testes genéticos de gênero para atletas inscritas nas competições sob sua responsabilidade a partir dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. O COI também recomendou que federações internacionais e demais entidades esportivas adotem critérios semelhantes.

Com isso, a WTA torna-se a terceira organização esportiva internacional a seguir esse direcionamento. As federações de atletismo e de boxe já haviam implementado medidas equivalentes.

A orientação do COI prevê exceções para atletas diagnosticadas com Síndrome de Insensibilidade Completa aos Andrógenos (CAIS) ou com determinadas diferenças raras no desenvolvimento sexual (DSDs), desde que essas condições não proporcionem vantagens relacionadas aos efeitos anabólicos da testosterona.

A presença de atletas trans nos Jogos Olímpicos foi limitada até hoje. Em Tóquio 2021, a halterofilista Laurel Hubbard entrou para a história ao tornar-se a primeira atleta abertamente transgênero a disputar uma edição das Olimpíadas.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas