Travis Scott é processado por agredir tripulação em Miami
Ação civil acusa o rapper de atacar trabalhadores e ameaçar o capitão em 2024

Travis Scott foi processado por três trabalhadores ligados a um iate alugado pelo rapper em Miami, nos Estados Unidos. A ação civil acusa o artista de agressão, ameaça e privação indevida de liberdade durante uma confusão ocorrida em junho de 2024.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O processo foi apresentado por Adrian Frometa, capitão da embarcação, e pelos gerentes de fretamento John Steve Holguin e Mirnesa Hasanovic. Eles pedem uma indenização de valor não divulgado. As acusações ainda não foram julgadas.
Leia também
Segundo documentos obtidos pela imprensa norte-americana, Scott alugou o iate Carpe Diem, de aproximadamente 32 metros, para um passeio pela costa de Miami em 19 de junho de 2024. O rapper estaria acompanhado por três mulheres e integrantes de sua equipe de segurança.
O que diz o processo contra Travis Scott?


Lixo descartado nos trilhos preocupa: causa perigo e atrasa o deslocamento dos trens

Furto em Cruz das Almas: Polícia investiga mulher suspeita de furtar apartamento de idosa

Água Branca: Polícia Civil investiga se acidente foi causado por embriaguez ou por terceiros

Criminosos se passam por polícias e executam jovem dentro de casa em Rio Largo
Os autores da ação afirmam que Travis Scott consumiu bebidas alcoólicas durante o passeio e ficou agressivo depois que o capitão se recusou a liberar o uso de motos aquáticas.
Frometa teria considerado que o rapper não estava em condições seguras para conduzir os veículos. Após a negativa, Scott teria ordenado que o iate fosse levado até uma marina próxima.
De acordo com o processo, o artista deixou a embarcação, mas retornou cerca de 30 minutos depois. O capitão decidiu então encerrar o aluguel e pediu que o rapper e seus acompanhantes saíssem do barco.
Foi nesse momento, segundo a acusação, que Scott teria partido para cima de Frometa e feito ameaças. Um segurança do músico teria tentado intervir na discussão.
Funcionários da marina que se aproximaram para ajudar também dizem ter sido atingidos. A ação afirma que o rapper avançou contra dois trabalhadores e atingiu uma mulher com o ombro, fazendo com que ela caísse sobre uma mesa.
Os profissionais alegam ainda que foram impedidos de deixar a embarcação até a chegada da polícia. Esses relatos fundamentam os pedidos de indenização por agressão, ameaça e privação indevida de liberdade.
Defesa contesta acusações
Bradford Cohen, advogado que representou Travis Scott no processo criminal relacionado ao episódio, afirmou que não atua na nova ação civil.
Ele classificou o processo como uma tentativa de obter dinheiro e destacou que o rapper não foi acusado criminalmente de agressão física na ocasião.
Representantes atuais de Scott não haviam se manifestado publicamente sobre a ação até a divulgação das primeiras reportagens sobre o caso.
Travis Scott foi preso após episódio em Miami
Travis Scott foi preso na madrugada de 20 de junho de 2024 por embriaguez e invasão de propriedade após advertência.
De acordo com o relatório policial divulgado na época, agentes encontraram o rapper gritando com pessoas em uma marina e identificaram sinais de consumo de álcool.
O responsável pela chamada inicialmente não quis apresentar uma acusação, desde que Scott deixasse o local. A polícia afirmou que o artista saiu, mas retornou poucos minutos depois e continuou gritando, apesar das ordens para se afastar.
O rapper foi liberado após pagar fiança. As acusações criminais acabaram retiradas posteriormente pelos promotores. Na época, a defesa afirmou que não houve confronto físico e classificou o episódio como um mal-entendido.
A nova ação leva para a esfera civil acusações de violência que não integraram o processo criminal aberto em 2024.
