Haaland minimiza chances contra o Brasil na Copa: ‘Desafio duro’
Após levar a Noruega às oitavas de final, Haaland adota discurso cauteloso, admite favoritismo do Brasil

Erling Haaland voltou a ganhar os holofotes ao comentar o aguardado duelo entre Noruega e Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo. Ainda embalado pela vitória sobre a Costa do Marfim por 2 a 1, o atacante preferiu adotar cautela ao projetar o confronto, que acontece no próximo domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey.
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Logo após a classificação, o camisa 9 do Manchester City foi direto ao ponto quando questionado sobre as chances norueguesas diante da seleção brasileira. Sem rodeios, ele respondeu: “Pequenas possibilidades”, disse o artilheiro, que já soma cinco gols no torneio, em entrevista à Fifa.
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Pouco antes, o atacante também já havia comentado rapidamente sobre o desafio que vem pela frente. “Jogar contra o Brasil nas oitavas vai ser algo que a gente vai precisar enfrentar, não é?”, afirmou, em tom de naturalidade, ao projetar o duelo.
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Enquanto isso, a festa tomou conta das arquibancadas em Dallas. Após a classificação, os torcedores noruegueses celebraram com entusiasmo, enquanto os jogadores protagonizaram mais um momento simbólico ao sentar no gramado e repetir a tradicional “remada viking”. Além disso, o meia Odegaard comandou a cena com um tambor, reforçando o clima de união da equipe.
“Claro que o pessoal na Noruega está extasiado agora. Essa união do nosso time e de todo o país em torno da seleção, ajuda o nosso desempenho”, destacou Haaland.
Apesar do clima de euforia, o atacante manteve o tom realista sobre a sequência do Mundial. “Agora vamos para as oitavas, haverá excelentes equipes e não vai ser fácil. Vai ser difícil avançar. Não vai ser fácil, não sei se vamos conseguir. A gente se preparou muito e continua muito preparado”, acrescentou.
Principal nome da Noruega na competição, Haaland segue como peça central da campanha histórica que recolocou o país em uma Copa do Mundo após 28 anos, desde a última participação em 1998.
