Maceió disponibiliza imunização contra vírus para bebês prematuros e crianças com comorbidades
Aplicação é feita em unidades de saúde e hospitais da capital; pais devem apresentar laudo médico para garantir o atendimento

Jobison Barros com informações da TV Gazeta
11/03/2026 às 8:54 • Atualizada em 11/03/2026 às 9:29 - há XX semanas
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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Maceió está disponibilizando uma medicação preventiva para proteger bebês e crianças pequenas contra infecções respiratórias graves. O imunizante pode ser encontrado em unidades de saúde e hospitais da rede pública em Maceió.
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Um dos locais de atendimento é o II Centro de Saúde, situado no bairro do Poço, em frente à Praça da Maravilha. Na unidade, o atendimento é voltado principalmente para crianças que não receberam a proteção ainda na maternidade. Nesses casos, é necessário realizar agendamento prévio para aplicação.
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Apesar de muitas pessoas se referirem ao procedimento como vacina, o produto aplicado é, na verdade, um anticorpo utilizado para reforçar a proteção de crianças que apresentam maior risco de desenvolver complicações respiratórias.
O público-alvo inclui bebês prematuros com idade gestacional igual ou inferior a 36 semanas e seis dias. Também podem receber o imunizante crianças com até 24 meses incompletos — ou seja, até 1 ano, 11 meses e 29 dias — desde que apresentem alguma condição de saúde considerada de risco.


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Entre as comorbidades que garantem o acesso ao medicamento estão cardiopatia congênita, broncodisplasia pulmonar, imunodeficiências graves (congênitas ou adquiridas), Síndrome de Down, Fibrose Cística, doenças neuromusculares e anomalias congênitas das vias aéreas.
Para que a criança receba a medicação, os pais ou responsáveis precisam apresentar documentação que comprove a condição clínica. É necessário levar relatório ou laudo médico, ou ainda prescrição assinada e carimbada pelo profissional responsável, com registro profissional e a descrição da condição de saúde da criança.
Além do II Centro de Saúde, o imunizante também está disponível em algumas unidades hospitalares da capital, como o Hospital da Cidade, o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, o Hospital da Mulher Dra. Nise da Silveira, a Maternidade Escola Santa Mônica e a Maternidade Nossa Senhora da Guia.
A medida busca ampliar a proteção de bebês e crianças com maior vulnerabilidade, especialmente durante períodos de maior circulação de vírus respiratórios.