A evolução do jiu-jitsu
Modalidade é um símbolo brasileiro e foi além, assumindo papel importante também dentro do MMA; confira os detalhes e relembre lendas

O jiu-jitsu brasileiro é uma das marcas mais fortes do universo das lutas, não apenas pelo peso de sua história e tradição competitiva, mas também por ter se consolidado como um dos pilares técnicos que sustentam o MMA moderno.
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Desde os desafios de vale-tudo até os maiores octógonos do planeta, o BJJ mostrou que controle, finalização e inteligência tática podem redefinir uma luta inteira, elevando seu prestígio a um patamar raro entre as artes marciais.
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Por isso, falar de jiu-jitsu hoje é citar um esporte de importância altíssima, com legado cultural, impacto global e relevância direta na forma como se entende combate, performance e evolução técnica no cenário contemporâneo.
De Rickson Gracie aos nomes que hoje dominam os tatames mundiais, o jiu-jitsu passou por transformações profundas, mudanças que também se refletem nas odds de lutas em sites de apostas, cada vez mais procuradas pelos fãs da modalidade. Aposta é assunto para adultos.


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Quem são as lendas do jiu‑jitsu — ranking da “era de ouro”
O portal GracieMag elaborou, com auxílio de IA, um ranking sobre o jiu-jitsu esportivo a partir de 1990, considerando títulos em Mundiais IBJJF e Absoluto, impacto técnico e peso narrativo. Confira o top 5:
● Roger Gracie - Tri absoluto e 10 mundiais; referência de eficiência.
● Marcus “Buchecha” Almeida - recordista de títulos mundiais na faixa-preta, combinação de atletismo, meia-guarda e volume ofensivo. Dominante em um período de altíssima densidade de talentos.
● Ronaldo “Jacaré” Souza - símbolo da transição do BJJ para o MMA, protagonista de uma rivalidade histórica contra Roger Gracie.
● Marcelo Garcia - talvez o maior “revolucionário técnico” do peso leve/médio, pentacampeão mundial.
● Xande Ribeiro - excelência tática e “jogo impossível de pontuar contra”; multicampeão absoluto, referência de defesa + timing.
Rafael Mendes, Saulo Ribeiro, Rodolfo Vieira, Leandro Lo e Bruno Malfacine são outros campeões históricos que foram mencionados entre os principais nomes do jiu-jitsu.
Os 10 atletas mais bem cotados em 2025
No ranking Gi da temporada 2024–2025 — Adulto / Faixa-preta / Masculino — atualizado no início de dezembro, há uma liderança clara, mas a disputa pelo Top 3 segue acirrada. Confira os 10 primeiros colocados, nomes da nova geração da modalidade.
1. Erich Munis (Soldiers Jiu-Jitsu) — 1158 pts
2. Adam Wardziński (CheckMat International) — 715 pts
3. Diego “Pato” Batista (AOJ) — 657 pts
4. Alexandre “Papa” Manara (Lotus Club) — 646 pts
5. Marcus Vinicius Ribeiro de Siqueira (Alliance SP) — 605 pts
6. Calado / Dayvison Lucas Miranda (ZR Team Pernambuco) — 510.5 pts
7. Tainan Dalpra (AOJ) — 507 pts
8. Gutemberg Pereira (AOJ) — 472 pts
9. Luis Fernando de Oliveira (Fratres BJJ) — 460 pts
10. Francisco Papasidero (AOJ) — 451.5 pts
Comparando eras — continuidade ou ruptura no esporte
Comparar a era de ouro do jiu-jitsu com o cenário atual mostra continuidade nos fundamentos, mas ruptura no contexto competitivo. Antes, a carreira girava em torno de poucos torneios centrais (Mundial, Pan, Brasileiro), com calendário menor, o que favorecia dinastias e rivalidades repetidas contra a mesma elite.
Hoje, o circuito é muito mais amplo e internacional, e o ranking IBJJF/CBJJ premia volume e regularidade, permitindo que alguém seja nº1 da temporada sem vencer o Mundial.
Isso se reflete no estilo: as lendas eram especialistas com identidades técnicas marcantes, enquanto a nova elite precisa de jogos híbridos para lidar com guardas modernas, lapelas e adversários hiperestudados.
A preparação também evoluiu: de treinos mais concentrados e empíricos para um alto rendimento profissionalizado, com periodização, suporte multidisciplinar e intercâmbio global.
Como o jiu‑jitsu evoluiu em técnica, profissionalização e alcance global
O jiu-jitsu brasileiro teve uma evolução técnica em etapas. Portanto, a era de ouro consolidou os fundamentos clássicos (pressão, guarda aberta, costas e raspagens), enquanto a década de 2010 trouxe inovações como inversões, berimbolo, lapelas e 50/50.
Entre 2020 e 2025, surgiram sistemas de guarda cada vez mais completos, baseados em cadeias de ataques e transições contínuas. Paralelamente, o esporte se profissionalizou e se globalizou.
Dessa forma, enquanto as lendas competiam em um circuito menos rentável e muitas vezes precisavam migrar para o MMA ou abrir academias, a geração atual atua em um ecossistema internacional, com eventos pagos, patrocínios, ligas de no-gi e forte presença midiática, elevando o nível técnico e consolidando o BJJ como um esporte de elite mundial.
