Marinha vai investigar acidente com lancha que matou criança e deixou pai gravemente ferido no Gunga
Homem encontra-se intubado no HGE; cena assustou banhistas na tarde desse sábado

A Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos, informou que será instaurado um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para investigar o incidente com uma lancha que vitimou pai e filho na tarde desse sábado (29), na Praia do Gunga, em Roteiro, Litoral Sul de Alagoas.
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De acordo com as equipes de socorro que atuaram no primeiro atendimento, uma criança de 5 anos morreu após ser atingida pela hélice da embarcação. O pai da vítima também foi ferido e encontra-se intubado no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió.
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A assessoria de comunicação do hospital informou à Gazetaweb não poder passar informações sobre o estado de saúde do paciente, uma vez que a família não autorizou.
INVESTIGAÇÃO


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Por meio de nota oficial, a Marinha do Brasil disse que foi acionada e enviou uma equipe da Capitania dos Portos ao local para prestar apoio imediato.
Um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do acidente.
TRAGÉDIA
Imagens que circulam nas redes sociais mostram a embarcação chegando às margens da praia, enquanto a criança já é socorrida, sem sinais de vida. A cena, registrada por testemunhas, provocou forte comoção entre os banhistas.
O acidente ocorreu por volta das 15h, próximo à base de rapel da praia. Segundo as informações iniciais colhidas no local, a lancha teria sido acionada por outra criança, de três anos, que estaria a bordo da embarcação e, ao engatar a marcha à ré, acabou atingindo o menino e o pai dele com a hélice.
O Serviço Aeromédico Falcão foi acionado para prestar socorro. O homem, que sofreu um ferimento grave na cabeça, foi estabilizado no local e transferido ao HGE. A criança chegou a ser levada ao hospital por terceiros, mas, segundo os profissionais de saúde, já estava sem vida ao dar entrada na unidade.
Além do Falcão, equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) - com Unidade de Suporte Básico (USB) -, do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e guarda-vidas locais atuaram na operação de resgate.
