Defensoria Pública revela novas informações sobre troca de bebês em Arapiraca; veja!
Uma das famílias limitou o contato de um dos bebês com a mãe biológica

Hebert Borges
19/12/2024 às 17:40 • Atualizada em 19/12/2024 às 17:50 - há XX semanas
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A Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE-AL) divulgou uma nota de esclarecimento, nesta quinta-feira (19), sobre o caso dos bebês trocados na maternidade do Hospital Regional de Arapiraca, em 2022. Entre outras coisas, o órgão afimrou que uma das famílias limitou o contato de um dos bebês com a mãe biológica e esclareceu a real vontade de uma das mães.
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Segundo a Defensoria, Débora e Suelson, que são pais dos gêmeos, limitaram o contato de Maria Aparecida com o filho biológico dela e que está com eles, diferente de Maria Aparecida, que não restringiu o contato. Somente após decisão judicial que Maria Aparecida conseguiu ver o filho biológico dela e que está com Débora e Suelson.
Na nota, o órgão citou ainda que Débora e Suelson, pais biológicos dos gêmeos, não propuseram nem aceitaram a troca de bebês em nenhum momento. Pelo contrário, eles manifestaram interesse em permanecer com as três crianças.
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Já Maria Aparecida, mãe da terceira criança, segundo a Defensoria, busca manter a guarda de seu filho de criação, com quem já estabeleceu vínculos afetivos, assim como com seus cinco irmãos.


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“A decisão de Maria Aparecida foi fundamentada nos laços afetivos construídos ao longo do tempo, considerando sempre o bem-estar das crianças. Alegações que indiquem motivações diferentes não refletem os fatos”, destaca trecho da nota.
Por fim, a Defensoria disse que continuará investindo em estratégias conciliadoras, buscando construir caminhos que respeitem os vínculos familiares e garantam o melhor interesse das crianças.


