Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Vereadora condena projeto de torres na Lagoa da Anta: ‘retrocesso’

Teca Nelma utilizou as redes sociais para se posicionar contra intenção de construtora e do grupo que administra resort


				Vereadora condena projeto de torres na Lagoa da Anta: ‘retrocesso’
Vereadora condena projeto de espigões na Lagoa da Anta: ‘retrocesso’. Reprodução

A vereadora por Maceió, Teca Nelma (PT), utilizou as redes sociais, nesta quarta-feira (24), para se posicionar contra o projeto de construção de espigões na área onde funcionam o Jatiúca Hotel & Resort e a Lagoa da Anta. Para ela, a intenção do grupo que celebrou o contrato milionário representa um retrocesso.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

“Querem construir torres e acabar com a Lagoa da Anta, um dos principais espaços de convivência da orla da Jatiúca. Se o critério for apenas o lucro, nunca haverá parques ou áreas culturais preservadas em nossa cidade. Não queremos esse falso desenvolvimento, isso é retrocesso!”, publicou a vereadora, no Instagram, com uma foto da área.

Leia também

No fim de semana, a Gazeta de Alagoas publicou a notícia, em primeira mão, que a Lojas Pernambucanas (proprietária do Hotel Jatiúca) e a construtora Record celebraram um contrato multimilionário para a construção de espigões. O chamado ‘contrato de gaveta’ prevê o início das obras após o período eleitoral.

A informação foi obtida pela Gazeta junto a executivos que participaram de reunião entre representantes da Pernambucanas e da construtora. A iniciativa ignora o entendimento do Ministério Público Estadual, que vê no projeto uma descaracterização da paisagem característica da cidade.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Para entender como será o projeto e o impacto ambiental e urbanístico para toda a região, a Gazeta entrou em contato com o CEO das Lojas Pernambucanas, Marcelo Labuto. Confrontado com a informação sobre a existência do contrato, que pode acabar com o cartão-postal de Maceió, o executivo, pego de surpresa, disse que não poderia responder porque estava em uma reunião do conselho, mas que retornaria em seguida, o que não fez.

Após 17 ligações da reportagem por dias consecutivos e uma série de tentativas de contato pelo WhatsApp, Labuto se limitou a dizer que a resposta sobre a venda do hotel seria dada pela assessoria de imprensa. “A Pernambucanas informa que, no momento, não irá se posicionar sobre a pauta em questão”, comunicou a empresa.

Ambientalistas ouvidos alertam que o cenário bucólico que reúne lagoa e mar, com sombra, coqueirais, grama verde e muita tranquilidade, em plena capital, pode estar perto do fim. O entorno do Hotel Jatiúca, que reúne nas manhãs e fins de tarde famílias e pets, deve ser radicalmente transformado com a construção de cinco torres de apartamentos após a venda do resort.

A paisagem do “coração da Jatiúca”, que, há quase 45 anos, marcou a identidade daquela parte da cidade, vai ser privatizada. Outro ponto destacado pelos especialistas é a ausência de discussão sobre o tema em virtude do irreversível dano ambiental.

A Lagoa da Anta, com sua paisagem integrada ao hotel, tornou-se um dos espaços mais importantes de convivência na orla da Jatiúca. Seja pela tranquilidade, seja pelo equilíbrio com a natureza, o local foi cuidadosamente projetado pela equipe do paisagista Roberto Burle Marx.

SILÊNCIO TOMA CONTA DO PROJETO

O diretor do Hotel Jatiúca, Bruno Pizzoni, afirmou, por ligação telefônica, que não tem autorização para falar sobre o assunto e que só poderia comentar por meio da assessoria de imprensa. A construtora Record não respondeu aos questionamentos, tanto por ligação quanto por mensagem, por meio dos seus representantes Hélio Abreu, que é sócio, e Fernando Theodomiro, assessor de comunicação da empresa.

Sobre o pedido de licenciamento ambiental para a obra, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) informou que não há novas solicitações, apenas para prorrogação do funcionamento do Hotel Jatiúca. A Record deve dar entrada na solicitação após o período eleitoral.

MP DISSE ESTAR VIGILANTE

A construção dos espigões no entorno da Lagoa da Anta vai de encontro ao entendimento do Ministério Público Estadual, que é contra o projeto por causa dos danos ao meio ambiente. O promotor Jorge Dória chegou a iniciar uma investigação do caso.

O órgão ministerial pediu explicações, uma vez que os danos ambientais e urbanísticos do novo projeto seriam difíceis de mensurar e com danos incalculáveis para a lagoa da anta e toda a diversidade, além da restrição no fluxo de pessoas que hoje coabitam harmonicamente com a região. O processo, entretanto, foi arquivado após as empresas envolvidas supostamente terem desistido da iniciativa.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas