Em São Paulo, o saltador Jadel Gregório, 32, termina o último treino às vésperas do Troféu Brasil. No Rio de Janeiro, a velocista Bárbara Leôncio, 21, finaliza uma prova.
Ele está mentalmente cansado porque sofre de insônia; ela, estressada em razão de problemas no namoro.
Os diagnósticos foram feitos ainda em pista, minutos depois de encerradas as atividades que realizavam.
O segredo é um equipamento importado da França que a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) vai passar a usar nas seleções nacionais a partir de agosto.
É uma tentativa a mais de avaliar e sanar problemas dos atletas do país e prepará-los para a Olimpíada do Rio.
Nos Jogos de Londres-2012, a delegação brasileira não conquistou nenhuma medalha no atletismo --fracasso que não ocorria desde a edição de Barcelona, em 1992.
NOVA ALIADA
O trunfo da máquina, certificada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é detectar fatores que afetem a performance esportiva, da sobrecarga em treino ao nível de estresse.
Ela se baseia num sistema francês chamado Eletro Sensor Complex, que já é aplicado em tratamento medicinal no Brasil e em outros países.
Blog com Folha.com
