O técnico Caio Junior tem evitado armar um time considerado titular do Botafogo nos últimos treinos. Normalmente o comandante tem optado por escalar 12, 13 e até 14 atletas para trabalhos táticos vestindo os coletes da equipe principal. Assim, não se dá para tirar conclusões de qual formação entrará em campo para enfrentar o Palmeiras no dia 22 de maio na estreia no Campeonato Brasileiro.
Tudo porque o comandante espera uma definição do julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que pode desfalcar o Glorioso devido aos tumultos após o empate por 1 a 1 com o Avaí, no dia 20 de abril, em Florianópolis (SC), que custou a eliminação na Copa do Brasil.
O volante Arévalo, o meia Everton e os atacantes Herrera e Loco Abreu foram enquadrados no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e podem ser suspensos de quatro a 12 partidas. Desses, o que vive situação mais delicada é o uruguaio, que trocou agressões com o meia Marquinho, do clube catarinense.
"Vamos esperar para ver os julgamentos, pois terei uma melhor noção de com quem poderei contar contar contra o Palmeiras", disse Caio Junior.
