Família reafirma que morte de advogado na Ponta Verde foi encomendada por sócio e motivada por ganância
Expectativa dos parentes é que a Justiça condene os réus a cumprir pena máxima; julgamento acontece desde essa terça (18), no Fórum da Capital
A família do advogado José Fernando Cabral de Lima, que foi morto em 2018, no bairro Ponta Verde, em Maceió, reafirmou acreditar que o assassinato foi encomendado por Sinval José Alves, que era sócio da vítima. O Júri Popular sobre o caso acontece desde essa terça-feira (18), no Fórum da Capital. Também são réus por envolvimento no crime Irlan Almeida de Jesus e Denisvaldo Bezerra da Silva Filho, apontados como executores.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Segundo Lenílson Campos, cunhado da vítima e um dos parentes que acompanham o julgamento, o advogado e Sinval José Alves eram amigos e o crime foi motivado pela ganância. "Eles eram amigos e sócios. Também foi uma surpresa. Só que, pelos indícios, pelo o que foi apurado pela polícia, pelos inquéritos e pelas provas, nos leva a crer que ele tem total responsabilidade junto aos outros executores. Acreditamos que tudo pode ter sido motivado por ganância, por dinheiro."
Artigos Relacionados
Campos também ressaltou que nenhum motivo justifica a morte de José Fernando. "Fernando era uma pessoa excelente. Um excelente pai, um excelente filho, um excelente irmão, e teve sua vida ceifada de forma bárbara, truculenta e absurda."
Além disso, a expectativa da família é que a Justiça condene os réus com pena máxima. "Todos os acusados sejam condenados com pena máxima para a gente poder seguir nessa vida com um pouco mais de paz. Sabemos que ele não volta mais e que a ferida que foi aberta não cicatriza. Nós precisamos seguir em paz, e que a Justiça dos homens seja feita, porque a de Deus ninguém escapa", concluiu o cunhado.


Veja o tapete gigante de Corpus Christi feito em Campo Alegre

CSA se prepara para final da primeira fase da Série D - 4/6/26

ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional
À Gazetaweb, o promotor do caso, Napoleão Amaral, informou que o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) também espera o mesmo veredito, já que se trata de um homicídio com duas qualificadoras.

