Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Alagoas tem 1,8 milhão de pessoas em situação de miséria

Um terço da população do Estado sobrevive com renda inferior a R$ 89 por mês

Alagoas tem 1 milhão e 833 mil pessoas inscritas no Cadastro Único do Governo Federal. Isso significa que mais de 53% da nossa população estão no CadÚnico. Este dado serve para mensurar o universo de alagoanos em situação de pobreza. Dentre eles, 1,2 milhão de cidadãos em situação de extrema miséria.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O cadastro atesta ainda que esta parcela superior a um terço da população sobrevive com renda inferior a R$ 89/ mês. Avaliou o professor-doutor em Economia da Ufal, Cícero Péricles. As estatísticas do CadÚnico são referências confiáveis para avaliar o quadro de empobrecimento da população brasileira, porque ela é a porta de acesso para execução de todas as políticas públicas em prática no País.

“O fato de haver mais de 1,8 milhão de alagoanos inscritos no Cadastro é assombroso porque ultrapassa mais de 50% da nossa população”, avaliou Péricles ao acrescentar que uma parcela deste conjunto social é constituída por pessoas extremamente pobres.

De acordo com número de alagoanos inscritos no Cadastro, tem uma parcela pequena de pessoas que recebem o Auxilio Brasil (antigo Bolsa Família), que até dezembro será de R$ 600/mês. Os governos federal, estaduais e municipais fazem busca ativa junto com Organizações Não Governamentais e Igrejas, que ajudam a promover as inscrições dos mais pobres, na esperança de que eles recebam ajuda para assegurar a sobrevivência com dignidade.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

O governo de Alagoas tem um programa de transferência de renda direta de R$ 150/mês, dinheiro que dá para comprar apenas um botijão de gás. Sabe-se ainda que tem muita gente nos bolsões de miséria [favelas, grotas, barreiras e moradores de rua] consideradas invisíveis: sem documentos de identificação e, consequentemente, sem conseguir entrar nos programas sociais, admite o economista.

Artigos Relacionados

EMPOBRECIMENTO

Com a recessão que se instalou no Brasil a partir de 2019, após o agravamento da pandemia do Coronavírus, aumentou o nível de empobrecimento, por causa do desemprego e perda radical de renda. Em dois anos de pandemia [2020 e 2021] mais de 100 mil famílias alagoanas foram incorporadas no CadÚnico.

O programa Auxilio Brasil atende 540 mil alagoanos. Injeta na economia aproximadamente R$ 840 milhões/mês. “O montante é expressivo porque mais que triplicou o valor individual do programa de transferência de renda para quem está em situação de extrema vulnerabilidade social”.

O economista Cícero Péricles observou que o drama é que a transferência de R$ 600/mês para cada inscrito no Auxilio Brasil está programada para encerrar em dezembro. Se não houver mudanças aprovadas no Congresso Nacional, a partir de janeiro o repasse voltará aos R$ 400/ mês.

“Apesar de haver o Auxílio Brasil e o Auxílio Emergencial, o número de pessoas inscritas é insuficiente para atender a demanda. Isto acontece porque o nível de desemprego no País é muito elevado, mais de 33 milhões de trabalhadores estão fora do mercado de trabalho”.

Para complicar a vida difícil dos que recebem algum benefício social dos governos, Péricles avaliou que a volta do processo inflacionário reduz drasticamente o poder de compra. Os brasileiros convivem hoje com inflação de 7,5%. “As transferências direta de renda não acompanham a inflação. Isso ocorre também com os salários, sensivelmente corroídos”.

O professor de Economia da Ufal destacou que o novo salário mínimo anunciado pelo governo federal para 2023, de R$ 1.320,00, não oferece ganho real. “Apesar de representar R$ 90/mês a mais em relação ao salário mínimo atual, não representa ganho real diante deste processo inflacionário. O aumento gera um impacto muito pequeno na economia familiar”, lamentou Cícero Péricles.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas