Quase 1,3 milhão de pessoas já foram recenseadas em Alagoas
Mais de 23 mil quilombolas foram recenseados até o momento em Alagoas, representando 5,96% do total de quilombolas recenseados no país
O primeiro balanço da coleta do Censo Demográfico 2022, divulgado nesta terça-feira (30), pelo IBGE, aponta que de 1º de agosto até essa segunda (29), já foram recenseadas 1.275.193 pessoas em Alagoas, com as mulheres representando 52,6% desse total e os homens 47,4%. Até o momento, a população alagoana corresponde a 2,19% do total recenseado no Brasil.
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"Neste Censo, estamos chegando a cerca de 1,3 milhão ou 39% da população que a gente estima para Alagoas em 2022, que são mais de 3,3 milhões de pessoas. Quase a metade dos municípios estão com coleta adiantada. É um trabalho bem parecido com o de 2010. A tendência é que em meados de outubro a gente já consiga encerrar grande parte dos municípios aqui no estado de Alagoas”, explicou o coordenador operacional do Censo em Alagoas, Luciano Motta.
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No primeiro mês de coleta, o IBGE já aplicou o questionário do Censo em 419.019 domicílios. Estima-se visitar mais de 1,1 milhão de moradias até o fim de outubro. Quanto ao tipo de questionário, quase 367 mil dos realizados correspondem ao básico, que leva uma média de seis minutos para ser respondido. O questionário de amostra, cuja entrevista dura em média 16 minutos, foi aplicado em quase 47 mil oportunidades. O percentual de recusas, até o momento, é de 1,82% dos domicílios totais.
A entrevista presencial está sendo adotada praticamente na integralidade. Até aqui, foram 418.286 (99,8%) questionários nessa modalidade. A coleta por telefone foi feita em 432 ocasiões (0,1%) e apenas 301 domicílios (0,1%) optaram pela internet.
Indígenas e quilombolas
O balanço revelou também que 9.973 indígenas (2,22% do total para o Brasil) foram recenseados em Alagoas até esta segunda-feira. Já os quilombolas, contados pela primeira vez com uma pergunta específica no questionário, são 23.049 no estado alagoano até o momento, representando 5,96% do total de quilombolas recenseados no país.
Quanto aos quilombolas, mesmo sendo parcial, esse já é um número inédito, pois é a primeira vez que estamos fazendo essa investigação”, declarou o gerente técnico nacional do Censo, Luciano Duarte.


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Pirâmide etária
O sistema de acompanhamento da coleta permite gerar, ainda, pirâmides etárias parciais. “Já conseguimos observar na pirâmide parcial o envelhecimento da população, com o topo da pirâmide mais avolumado, e picos nas idades de 40 e 20 anos, conforme o esperado. Os indicadores de qualidade vêm mostrando que a informação é consistente, não há indícios de que haja sub ou sobre enumeração de alguma idade”, explicou Duarte ao analisar a pirâmide etária nacional.
Com Assessoria*

