Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Desde 2020, Caixa é cobrada pelo Ministério Público a fazer apuração independente sobre assédio

Durante investigações de assédio moral há dois anos, MP apontou que o banco só estava ouvindo funcionários próximos ao investigado e gestores

Investigações anteriores sobre denúncias de assédio na Caixa Econômica mostram que, pelo menos desde 2020, o Ministério Público do Trabalho (MPT) cobra do banco apurações independentes sobre as denúncias.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Em uma investigação sobre assédio em 2020, a que a GloboNews teve acesso, o MPT apontou que o banco estava ouvindo apenas funcionários próximos ao investigado e gestores. O MPT disse que a Caixa deveria ouvir pessoas de outros círculos dentro do banco e também contratar empresas externas para fazer as apurações.

Leia também

Os mecanismos internos da Caixa para lidar com denúncias de assédio têm sido alvo de críticas nas últimas semanas, após a queda do ex-presidente Pedro Guimarães. Diversas funcionárias relataram ao Ministério Público e à imprensa que sofreram assédio sexual e moral de Guimarães e que os casos eram acobertados dentro do banco.

Nesta terça-feira (19), em um desdobramento da crise que levou à saída de Guimarães, a Caixa decidiu desvincular a corregedoria da presidência. A medida, segundo a Caixa, visa "reforçar a autonomia e isonomia da atuação da corregedoria".

Shorts Youtube
Play
Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Play
Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Play
Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Play
Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Play
Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Cobranças antigas

Ainda em fevereiro de 2020, em uma investigação de assédio moral contra o ex-corregedor Cláudio Gonçalves Marques, o MPT apontou que havia indícios de interferência nas apurações internas do banco.

“Foram ouvidos apenas funcionários próximos ao corregedor e ocupantes de cargos de gestão, em que se exige maior fidúcia, havendo necessidade de oitiva de empregados que trabalharam de forma subordinada ao sr. Cláudio Gonçalves Marques e hoje estão lotados em outros setores, mesmo que não sejam mais empregados da empresa pública, considerando a presunção de que estas pessoas não mais se sujeitam ao natural temor reverencial", afirmou o MPT no inquérito.

O Ministério Público acrescentou que essas medidas deveriam ser adotadas também em "todas as denúncias de assédio apresentadas à Caixa Econômica Federal, garantindo-se, assim, a efetiva busca da verdade real em suas investigações”.

Dois meses depois, em abril daquele ano, o MPT mandou a Caixa reabrir a apuração interna com base nas recomendações de ouvir outros funcionários e ex-empregados.

No dia 30 de julho de 2020, o procurador Paulo Neto determinou que “a denúncia apresentada contra o corregedor seja apurada por pessoas externas à Caixa Econômica, como escritórios de advocacia especializados neste tipo de serviço, com o intuito de elidir qualquer dúvida sobre a ausência de influência do investigado no processo de apuração".

Após as medidas tomadas pela Caixa nesse caso específico, o procurador Paulo Neto alertou que as recomendações sobre mudanças na apuração de denúncias deveriam continuar sendo aplicadas em denúncias futuras.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas