Mais três cruzeiros deixarão de passar por Maceió após suspensão de operações ser prorrogada
Navios que não irão atracar na capital estavam previstos para chegar nos dias 26 de janeiro, 1º e 2 de fevereiro de 2022
A Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros prorrogou, nesta quinta-feira (13), até o dia 4 de fevereiro, a suspensão voluntária das operações nos portos do Brasil. Com isso, mais três navios deixarão de atracar em Alagoas nesta temporada. Ao todo, o número de cruzeiros que deixarão de passar por Alagoas em 2022 já chega a sete.
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Os três novos navios que deixarão de atracar na capital alagoana chegariam nos dias 26 de janeiro, 1º e 2 de fevereiro. De acordo com o calendário da temporada, a chegada de cruzeiros em Maceió está prevista para acontecer até o dia 13 de abril deste ano.
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De acordo com a associação, a decisão de prorrogar voluntariamente a suspensão das operações no Brasil contrasta com a evolução positiva nos Estados Unidos, onde, segundo a associação, as autoridades de saúde reconheceram a eficácia dos protocolos da indústria de cruzeiros e anunciaram a elevação do Conditional Sailing Order (CSO), que ajudou a orientar o retorno do setor às operações na América do Norte.
A associação pontua ainda que os cruzeiros são o único segmento que exige, antes do embarque para passageiros e tripulantes, níveis extremamente altos de vacinação e 100% de testes de cada indivíduo. No Brasil, os protocolos exigem que todos os hóspedes estejam com o ciclo vacinal completo, apresentem testes negativos antes do embarque, testagem contínua a bordo, uso de máscaras, distanciamento social e menor ocupação dos navios, entre outros protocolos.


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“Quando os casos são identificados como resultado da alta frequência dos testes a bordo, os protocolos dos navios de cruzeiro ajudam a maximizar a contenção com procedimentos de resposta rápida projetados para proteger todos os hóspedes e tripulantes, bem como as comunidades que os navios visitam. Além disso, os cruzeiros são o único setor que monitora, coleta e relata continuamente informações de casos diretamente aos órgãos governamentais”, diz comunicado da associação.
