BrTT fala em "comunidade lixo", e Gaules pede justiça após onda de denúncias
Jogadores, streamers, proprietários de equipes e pessoas influentes no cenário de esporte eletrônico nacional se solidarizaram com vítimas nas redes s
O cenário de eSports teve um dia bastante conturbado nesta terça-feira. Depois de uma primeira denúncia de violência sexual envolvendo o ex-jogador e treinador de League of Legends Gabriel "MiT", outras mulheres tomaram coragem e reportaram outros casos, envolvendo por exemplo Filipe "pancc", atual jogador de CS:GO da Sharks.
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Comunidade de League of Legends ta um lixo, um completo lixo
— Felipe Gonçalves (@brttOficial) January 5, 2021
Isso aqui já foi a comunidade mais linda que existiu, hoje usam de um crime pra passar pano em outro, e tão comemorando, tão aplaudindo
Usam um crime de combustível pra justificar o injustificável
O que aconteceu?
Com a onda de denúncias e os relatos pesados, pessoas influentes na comunidade reagiram, se solidarizaram com as vítimas e cobraram por mudanças. Amigo de MiT, Felipe "brTT" foi um dos nomes mais cobrados a se posicionar sobre o ocorrido. O jogador lamentou o péssimo momento da comunidade de League of Legends e admitiu que se sente responsável em parte pela toxicidade que envolve os jogadores.
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- Comunidade de League of Legends tá um lixo, um completo lixo. Isso aqui já foi a comunidade mais linda que existiu, hoje usam de um crime pra passar pano em outro, e tão comemorando, tão aplaudindo. Usam um crime de combustível pra justificar o injustificável. O que aconteceu? - escreveu brTT.
A esposa de brTT, Giuliana "Caju" foi ainda mais incisiva e pediu para que as mulheres que já sofreram qualquer tipo de abuso no cenário falem com ela, para que ações possam ser tomadas.


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O streamer Alexandre Gaules também se posicionou nesta terça-feira e se solidarizou com as vítimas dos acontecimentos.
- Queria dizer as vítimas que vcs não devem justificar nada e que também não devem se sentir culpadas ou erradas por algo que aconteceu! Aos abusadores que a justiça seja feita! Espero que um dia as mulheres possam se sentir seguras! - escreveu Gaules.
- Triste ao ler esses depoimentos. Isto é puro reflexo da nossa sociedade machista e da cultura da impunidade. Não normalizem esse tipo de comportamento em nenhum cenário. As minas merecem respeito em todas as situações - disse Jaime de Padua, fundador e Co-CEO da FURIA.
