União dos militares de Alagoas se posiciona sobre as manifestações do 7 de setembro
Entidade afirma que os comandos da PM de Alagoas e do Corpo de Bombeiros já foram informados sobre o posicionamento das associações
O Movimento Unificado dos Militares do Estado de Alagoas emitiu nota, na quinta-feira (26), sobre a participação de policiais e bombeiros em mobilização social. No texto enviado à imprensa, ratifica a inexistência de organização de motim ou qualquer outro movimento corporativista no dia 07 de setembro, Dia da Independência.
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A entidade afirma que os comandos da Polícia Militar de Alagoas e do Corpo de Bombeiros Militar já foram informados sobre o posicionamento das associações e reforça que “o militar estadual é um soldado leal pela edificação da paz social em Alagoas, pelo fortalecimento das corporações estaduais, mas, sobretudo, pelos valores morais que norteam a carreira militar”.
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“O Movimento Unificado dos Militares do Estado de Alagoas, por meio de suas Associações, retratando os membros da Polícia Militar do Estado de Alagoas (PMAL) e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Alagoas (CBMAL), com fulcro no Art. 5º, inciso XXXIV, da Constituição Federal de 1988 (CF/88), e ainda pelos poderes conferidos por seus associados, conforme os respectivos estatutos, vem por meio da presente nota ratificar a inexistência de organização de motim ou qualquer outro movimento corporativista no dia 07 de setembro”, informa trecho da nota enviada à imprensa.
O movimento reafirma o compromisso de defender o direito do militar estadual de exercer sua cidadania, de forma voluntária, sem uso da farda, quando de folga, respeitando o que prescreve o regulamento da instituição a qual pertença.


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Declaram, ainda, que os militares estaduais também devem ser reconhecidos como cidadãos e, como tal, podem exercer legalmente sua cidadania, principalmente, pelo voto. “Politizar a data histórica do 07 de setembro é desconsiderar seu significado na formação militar. Por isto, o Movimento Unificado dos Militares do Estado de Alagoas defende a Constituição brasileira e as prerrogativas e peculiaridades dos militares estaduais. Nenhum poder constituído deve desprezar os avanços sociais que adentraram nos quartéis e, principalmente, não deve tirar deste profissional a condição de cidadão e de ser pensante”, finaliza a nota.
