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Rayssa Leal: a Fadinha brasileira que voou pela medalha de prata nos Jogos Olímpicos

Brasileira se tornou a sétima atleta mais jovem da história das Olimpíadas ao subir no pódio. Em seis anos, fenômeno viralizou e virou estrela do skate com vice em Tóquio

Quem não conhecia ou não acompanhava o skate passou a torcer por Rayssa Leal, mais conhecida como Fadinha, nos Jogos Olímpicos. A atleta, com apenas 13 anos e 203 dias, se tornou a brasileira mais jovem a conquistar uma medalha do torneio que premia os maiores esportistas do planeta. Conheça mais sobre a ascensão da mais nova rainha e xodó do país.

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O feito viralizou após Tony Hawk, um dos nomes mais conhecidos do skate mundial, compartilhou em suas redes sociais o feito da jovem. No vídeo, Rayssa tenta duas manobras, mas não consegue se manter de pé. Em uma terceira tentatva e com asas nas costas, a Fadinha voou, impressionou e se mostrou ao mundo.

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Na época, sua maior inspiração era Letícia Bufoni, campeã mundial em 2015 da Street League Skateboarding (SLS). Em uma reportagem do "Esporte Espetacular" de Dia das Crianças, Rayssa teve a oportunidade de conhecer sua ídolo e chorar em rede nacional.

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Após viralizar em 2015, com apenas sete anos de idade, a Fadinha tornou-se rapidamente um fenômeno mundial. Em 2019, a atleta venceu a etapa da SLS de Los Angeles e sagrou-se vice-campeã mundial da modalidade, atrás apenas da compatriota Pamela Rosa.

Em 2021, Rayssa participou de sua primeira Olimpíada e não sentiu a pressão. Competindo ao lado de Letícia Bufoni, a jovem se divertia em quanto competia. Com manobras espetaculares, a joia se classificou como a 3ª melhor nota para a final do torneio disputado em Tóquio.

Com o país inteiro torcendo, de suas casas ou da Vila Olímpica, Fadinha conseguiu um feito ainda maior. Com a nota de 14,64 pontos, a skatista conquistou a medalha de prata para o Brasil e se tornou a brasileira mais jovem da história a subir no pódio do evento que premia apenas os maiores esportistas do planeta.

Com o resultado, Rayssa Leal se tornou a sétima medalhista mais jovem da história das Olimpíadas. E por pouco não faz ainda mais história, pois a Fadinha poderia se tornar a atleta mais nova da história a conquistar um ouro. Esta marca segue pertencendo a Marjorie Gestring, atleta dos Estados Unidos do Trampolim que subiu no topo do pódio dos Jogos de Berlim, em 1936, com 13 anos e 267 dias.

A medalhista mais jovem dos últimos 85 anos de Olimpíadas deixa um recado para o Brasil: iremos brigar por medalhas em 2024, 2028, 2032 e quem sabe até 2036 com a Fadinha, a segunda melhor skatista do mundo e que ainda pode buscar voos mais altos.

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