Petroleiros de Alagoas fazem greve contra terceirização e punições indevidas
Os trabalhadores reivindicam o fim da terceirização e a retirada de punições aplicadas indevidamente

Lívia Tenório
31/05/2021 às 3:18 • Atualizada em 31/05/2021 às 4:08 - há XX semanas
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Os petroleiros das bases da Petrobras de Alagoas paralisaram, nesta segunda-feira (31), as atividades no estado, com o objetivo de reivindicar o fim da terceirização e a retirada de punições aplicadas indevidamente contra a categoria.
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De acordo com o Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos nos Estados de Alagoas e Sergipe (Sindipetro AL-SE), a decisão da paralisação foi tomada em assembleia, após punições sofridas pelos petroleiros. Essas punições estariam relacionadas ao plano POS (Passagem de Operação Segura).
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Segundo Luciano Alves, membro do Sindipetro/al, o plano POS consiste em passar a operação das unidades de Pilar e São Miguel dos Campos para uma empresa terceirizada. “As unidades serão entregues para trabalhadores terceirizados sem os treinamentos necessários", revela à Gazetaweb.
"Os trabalhadores fizeram as exigências, que é a garantia do posto de trabalho em Alagoas. Enquanto houver Petrobras no estado, os trabalhadores querem permanecer nos seus postos de trabalho, sem terceirização. Até isso ser resolvido pela empresa, os trabalhadores permanecerão em greve, e também até serem retiradas as punições indevidas", finaliza.


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Ainda de acordo com Luciano, cinco operadores de produção foram punidos.