Ana Maria faz revelação curiosa sobre sua carreira de décadas na culinária: 'Não sei comer trabalhando, não funciona'
Apresentadora, que esteve no 'Altas Horas' deste sábado, 22/5, contou que se alimenta bem pouco diariamente e não costuma comer os pratos de seu programa
Ela promete e cumpre! Ana Maria Braga cumpriu a promessa que fez a Serginho Groisman em fevereiro deste ano, quando participou remotamente do Altas Horas, e marcou presença no estúdio do programa neste sábado, 22/5, com todo o seu bom humor. A apresentadora falou de sua volta para São Paulo e contou curiosidades de sua carreira que pode deixar muita gente chocada. Afinal, quem vê a loira todo dia de manhã preparando diversas delícias com seus convidados, deve imaginar que ela aproveita tudo que passa pela cozinha do Mais Você. Mas, ao contrário, Ana diz que não consegue comer trabalhando e só dá uma beliscadinha nos pratos.
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"Todo mundo acha que como horrores daqueles pratões bonitos. Nada, é um belisco e 'vambora'. Não sei comer trabalhando, é uma coisa que não funciona."
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A apresentadora ainda deu detalhes de sua alimentação, e surpreendeu ao revelar que come bem pouco ao longo do dia. "Preciso tomar meu cafezinho e, antes de sair de casa, como meio mamão e venho embora trabalhar. Chego aqui, como um ovo mexido e fui. E só vou comer no final da tarde. Esse que é o segredo", disse.
Mesmo comendo pouco, ela garantiu que cozinhar é uma de suas grandes paixões, e respondeu com bom humor quando Serginho quis saber se ela pilota mesmo o fogão: "Você acha que se eu não pilotasse um fogão, estava na vida ganhando o que ganho até agora? Não tinha como! Meu pai sempre me disse assim: 'Você só consegue ensinar aquilo que você sabe fazer. Sempre adorei cozinhar, cozinho muito", contou.


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Vivendo uma nova fase de sua carreira, com a volta das gravações do Mais Você para São Paulo, Ana celebrou o fato de poder estar, novamente, mais próxima de sua família. "Só de estar aqui em São Paulo, para mim já foi um ganho imenso. Acho que uns dos benefícios, se é que posso chamar assim, da pandemia, foi ter me proporcionado a oportunidade de voltar para a minha casa, para a minha família e para o meu estúdio de tantos anos. Foi muito bom", comemorou.
E agora a apresentadora tem mais um motivo muito especial para querer estar perto da família: sua filha, Mariana, está grávida do terceiro filho – e a chegada do novo netinho promete ser bem diferente para todo mundo. "Minha filha optou por ter parto natural. Isso significa, para quem não sabe, que o filho nasce em casa. Já é o terceiro filho que a Mariana vai ter, ela já tem duas meninas e, agora, vem a terceira ou terceiro, porque ela não sabe também, daqui a uns 20 dias mais ou menos.
"Por mais natural que seja, ter em casa é uma coisa que preocupa a velha mãe aqui. Tem uma doula que acompanha e tudo, mas não está perto de um hospital que possa socorrer... Vai dar tudo certo, já deu! Mas vamos combinar que o coração bate mais forte."
Por falar em filhos, Ana não poderia deixar de comentar a saudade que sente de seu "filho de alma", Tom Veiga, o eterno Louro José, que partiu em novembro do ano passado. Ela lembrou de quando recebeu a notícia de sua morte: "Eu estava em São Paulo, ele no Rio de Janeiro. Já estávamos fazendo o programa aqui de São Paulo, mas era um fim de semana. Eu estava em casa e, de repente, me passam uma mensagem dizendo 'o Tom morreu'. Aí passa um filme na tua cabeça. Ele para mim era um filho. A gente ficou juntos por 25 anos, diariamente", recordou.
A apresentadora fez questão de manter o espaço que o Louro ocupava em seu estúdio: "Mantive nessa formatação, tem o lugar dele lá. Não sei o que será, mas, sem dúvida nenhuma, o lugar dele vai estar lá para sempre. Claro que me lembro dele e, de vez em quando, digo: 'Se o Louro estivesse aqui, diria isso'. Ele não é meu filho de sangue, mas é meu filho de alma, e acho que a gente vai sentir para sempre, principalmente numa relação tão intima e tão boa, de tanta alegria".
Mas nem esta dor fez com que Ana se afastasse do trabalho, justamente porque fazer o programa diariamente é o que lhe dá forças para seguir em frente. "Quando a gente gosta do que faz, como eu amo o que faço, é combustível", garante.
"Seria muita burrice minha estar fazendo uma coisa, nessa altura da minha vida, que eu já podia ter parado há muito tempo. Não tem explicação, é um negócio que me alimenta. O meu grande prazer é poder vir aqui e fazer o que faço ao longo desses anos todos".
