Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Após 1 mês com restrições mais rígidas, DF segue com UTIs lotadas e baixa taxa de isolamento social

Em 28 de fevereiro, governo decretou fechamento de segmentos como comércio, bares e restaurantes. Apesar da medida, capital vive piores cenários desde o início da pandemia

O Distrito Federal completa, neste domingo (28), um mês com medidas mais restritivas para conter o avanço novo coronavírus. Apesar da suspensão de parte dos serviços não essenciais, a taxa de isolamento social, que estava em 37,9%, ficou em 36,5%, a rede hospitalar segue lotada – com cerca de 300 pessoas a espera de um leito de UTI–, e a quantidade de novos casos e mortes diárias continua em alta

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Em 28 de fevereiro, o comércio, bares e restaurantes da capital fecharam as portas. À época, a rede pública de Brasília tinha 206 vagas de unidade de terapia intensiva (UTI) para tratar pacientes com a Covid-19, sendo que mais de 97% estavam preenchidos. Após um mês, 224 leitos foram abertos, porém, a taxa de ocupação segue no mesmo patamar, em torno de 97%.

Leia também

No sábado (27), Brasília atingiu a marca de 5.717 mortes e 338.930 infectados pela Covid-19. Levando em conta os dados oficias, até o dia 25, março foi o terceiro pior mês da pandemia – 772 pessoas perderam a vida e 42.459 foram contaminadas.

Apenas julho e agosto do ano passado, com 31 dias, superaram esses índices. Em julho, houve 882 óbitos e 57.073 novos casos, e em agosto,1.031 mortes e 54.120 infectados.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Índices de isolamento social no DF

Mesmo com as restrições, o isolamento social em Brasília continua baixo. Em 8 de março, quando o governo decretou toque de recolher na capital entre 22h e 5h, o índice estava em 37,9%.

Na segunda-feira (22), segundo levantamento mais recente da In Loco, empresa que mede o valor no Brasil, a taxa de isolamento social estava em 36,5%. O ideal para frear a disseminação da pandemia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), deveria ser acima dos 70%, valor que o DF nunca atingiu.

"A maior porcentagem alcançada no DF foi de 65,6%, em 22 de março de 2020", diz a empresa que mede o índice.

'Saída seria lockdown', diz infectologista

Mesmo com o sistema de saúde lotado e com uma média diária de cerca de 300 pessoas na lista de espera por um leito de UTI, o governo do DF vai flexibilizar as medidas de restrição a partir desta segunda-feira (29). A medida é criticada por especialistas.

A infectologista Ana Helena Germoglio, que trabalha no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no atendimento no DF, diz que as medidas impostas na capital não foram restritivas e que houve apenas o suspensão de alguns setores.

"Mesmo com o fechamento, vemos diariamente locais irregulares abertos e o transporte público lotado de pessoas que não tem outra alternativa", diz a médica.

De acordo com a especialista, "é impensável retomar algum serviço fechado com mais de 200 pessoas na fila de UTI por uma única doença". Ana Helena diz que o ideal neste momento seria um lockdown, com suspensão total das atividades.

"Há uma coisa que sempre falamos no âmbito da saúde: a economia se refaz, mas vidas perdidas não voltam", diz a infectologista.

Ana Helena Germoglio também critica as medidas de restrição na capital. Ela acha que são "muito flexíveis".

"Sabemos que medidas rígidas não são populistas, mas não é hora de pensar nisso", diz a médica.

Taxa de transmissão do vírus

No início de março, a taxa de transmissibilidade da Covid-19 estava em 1,38. Isso significa 100 pessoas infectadas passavam o vírus para outras 138, ou seja, a pandemia estava crescendo.

De acordo com a Secretaria de Saúde, até a última quinta-feira (25), o índice estava em 0,95, o que significa redução na proliferação do vírus. Com a taxa menor, a expectativa do GDF é de que ocorra redução nas internações hospitalares.

Outro plano do governo para o combate à pandemia, é a abertura de três hospitais de campanha com 300 leitos de UTI até a primeira quinzena de abril. Eles serão instalados em Ceilândia, no Gama e no Plano Piloto, e já estão com empresas contratadas para as obras.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas