Cadastramento de moradores do Mutange é prorrogado até sábado
População precisa se cadastrar junto à prefeitura para receber o aluguel social
A Prefeitura de Maceió, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), está realizando, desde o dia 10, o cadastramento para o aluguel social dos moradores do Mutange e da encosta do Jardim Alagoas. Até a terça-feira (16), 627 moradores haviam sido registrados, mas 1.040 pessoas ainda precisam se cadastrar.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O prazo foi prorrogado e a ação segue até sábado (20). O atendimento funciona das 9h às 15h, na Escola Municipal Edécio Lopes, localizada na Rua Pedro Suruagy - antiga Antônio Procópio. A partir desta quinta (18), serão distribuídas 300 fichas diárias para atendimento.
Leia também
Segundo a assistente social da Semas, Emy Oliveira, apesar do dia movimentado, o número de cadastrados ainda é pequeno se comparado com o previsto pela Prefeitura de Maceió.
A expectativa dos técnicos da Semas é que, nos próximos dias, os moradores que ainda não fizeram o cadastramento procurem o atendimento. "Foram feitos 627 cadastros, mas a previsão é cadastrar 1.667 moradores. É uma área considerada de extremo risco pelo Serviço Geológico do Brasil, a CPRM, e pela Defesa Civil. O objetivo é retirar essas pessoas para que elas possam alugar um imóvel em uma área segura. Após essa etapa de cadastramento, divulgaremos o banco que os moradores precisam procurar para receber o aluguel social", detalhou.


Prisão de influenciador vira munição em disputa entre JHC e Paulo Dantas

PL de AL aposta em ex-vereador para liderar juventude do partido

Inauguração de avenida em Arapiraca mobiliza lideranças e sinaliza articulação política

Antigos rivais, Sérgio Lira e Marcos Madeira se juntam em apoio a JHC
Ao todo, serão contempladas 1.667 responsáveis por moradias de 22 ruas da área identificada pela cor rosa claro no Mapa de Setorização de Danos. A área é considerada muito crítica, conforme os relatórios técnicos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que recomenda a desocupação.
