Desaparecimento de funcionária da Equatorial começa a ser investigado
Familiares e testemunhas foram ouvidos pela polícia nesta terça-feira, na sede da Deic
O suposto desaparecimento de Adriana Rogério da Rocha, de 44 anos, começou a ser investigado. Familiares da desaparecida e testemunhas, que tiveram contato com a funcionária da Equatorial Alagoas, começaram a ser escutados nesta terça-feira (24), na sede da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), no bairro de Santa Amélia, em Maceió.
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Por meio de nota, o delegado da Deic, Thiago Prado, informou que a equipe já está realizando investigações de campo.
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"Qualquer informação além destas é mera especulação e o seu compartilhamento pode atrapalhar o curso das investigações. A vítima sumiu por volta das 12h do dia 23 de setembro, no bairro Gruta de Lourdes, vestindo calça branca e camisa xadrez, e estava na posse do seu veículo HB20, cor branca, placa QLB-8998", diz o informe.
O veículo ainda não foi localizado. As denúncias sobre o paradeiro de Adriana podem ser feitas de forma anônima, através do número 181.


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DESAPARECIMENTO
Desde a manhã dessa segunda-feira (23) Adriana Rogério da Rocha está desaparecida. Trabalhadores da Equatorial informaram aos parentes que Adriana se despediu da turma informando que não trabalharia na tarde dessa segunda porque tinha um problema pessoal para resolver. O celular está desligado desde então e nenhum sinal do paradeiro dela foi indicado até o momento.
Francisco Assis é sogro da funcionária desaparecida e revelou que o filho (marido de Adriana) tinha um exame para fazer durante a tarde e não sabe se o compromisso da nora era acompanhar o esposo neste procedimento. Ele só revelou que os familiares descobriram uma tentativa de crédito no cartão dela no valor de R$ 3 mil por volta de 16h, transação que não foi efetuada.
