Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Testemunha nega que líder MST tenha morrido por causa de dívidas

Elias Pastor também não soube afirmar se suspeito recebeu quantia de R$ 1.500 para cometer o crime

A primeira testemunha de acusação a ser ouvida, na manhã desta quarta-feira (30), durante o júri popular do caso do líder MST, negou que a vítima Luciano Alves tenha morrido por conta de dívidas. Elias Pastor de Azevedo não soube responder se foi paga a quantia de R$ 1.500 pela morte da vítima, entre outros questionamentos feitos pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A testemunha afirmou que conhecia a vítima apenas de vista e que, no dia do crime, encontrou ela e os suspeitos em um bar da região.

Leia também

"Estávamos no assentamento. Saímos, às 18h, para o povoado Folha Miúda. Lá, tive na borracheira, calibrei os pneus e fui assistir, no bar da Cícera, a um jogo da seleção brasileira, mas, depois, fui para a casa. João de Lica (acusado de ser um dos mentores do crime) ficou no bar e a vítima também estava. Chiquinho (outro acusado) chegou depois".

No entanto, a testemunha disse que não viu o acusado armado e que só ficou sabendo da morte do líder MST depois.

Shorts Youtube
Play
Flávio Bolsonaro em Maceió: candidato do PL à Presidência cumpre agenda hoje na capital

Flávio Bolsonaro em Maceió: candidato do PL à Presidência cumpre agenda hoje na capital

Play
Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar seguem em carreata do aeroporto ao Jaraguá

Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar seguem em carreata do aeroporto ao Jaraguá

Play
Bolsonaro promete voltar a Alagoas com Jair Bolsonaro: ”Voltará no braço dos povo”

Bolsonaro promete voltar a Alagoas com Jair Bolsonaro: ”Voltará no braço dos povo”

Play
Flávio diz que perseguição contra Bolsonaro é grande: “Não o vejo há 30 dias"

Flávio diz que perseguição contra Bolsonaro é grande: “Não o vejo há 30 dias"

Play
Flávio diz que será radical na segurança: “Não quer? Vota nessa merd* que está aÍ”

Flávio diz que será radical na segurança: “Não quer? Vota nessa merd* que está aÍ”

"Não vi João de Lica armado. Me falaram, depois, que a vítima tinha sido morta a tiros. Não cheguei a ir ao local do crime", ressaltou ele, acrescentando que foi, apenas, ao velório.

Ele negou que a vítima tenha sido morta devido a dívidas e, também, não soube responder se foi paga a quantia de R$ 1.500 pela morte de Luciano, quando questionado pelo promotor Weslley Fernandes.

Elias disse que havia comentários que Luciano tinha envolvimento em saques a caminhão e invasão de propriedade privada. Porém, não tinha a certeza. "No assentamento há muitos boatos", enfatizou.

SEGUNDA TESTEMUNHA

Um amigo da vítima foi a segunda testemunha desta manhã. Edgar Ferreira Barbosa disse que ele e Luciano moravam no mesmo assentamento e que eram muito próximos. Ele disse que a vítima era bastante militante, mas tranquila.

"Tinha saído, pois era dia de jogo da seleção e, quando cheguei em casa, fui surpreendido pela notícia da morte de Grilo", disse ele, completando seu depoimento.

Ainda segundo Edgar, João de Lica o procurou para saber o que foi dito e perguntado na delegacia, durante os procedimentos de levantamento de informações do crime, em 2003. Esse relato foi feito durante o primeiro testemunho dele, mas, hoje, Edgar disse não se lembrar do fato exposto por ele mesmo.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas