Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Eleições 2020: MP de SP investiga suspeita de disparo em massa no WhatsApp

Apuração foi aberta após reportagem do jornal 'Folha de S.Paulo' dizer que ao menos 5 empresas estão oferecendo o serviço a candidatos de SP

O Ministério Público Eleitoral (MPE) de São Paulo abriu nesta terça-feira (6) uma investigação para apurar se empresas estão oferencendo serviços de disparos em massa de mensagens por WhatsApp e extração de dados de eleitores de contas do Instagram e do Facebook para uso em campanhas eleitorais.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A suposta oferta desses serviços foi divulgada pelo jornal "Folha de S.Paulo". Segundo a reportagem, publicada na terça-feira (6), ao menos 5 estão oferecendo o serviço a candidatos.

Leia também

"Achamos melhor instaurar o procedimento preparatório para investigar se existe a irregularidade", disse nesta quarta (7) ao G1 o promotor Fábio Bechara, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, um dos responsáveis pela investigação.

O MPE vai apurar se as empresas estão vendendo dados cadastrais aos partidos e candidatos políticos e se os dados foram usados para disparar mensagens aos eleitores.

Shorts Youtube
Play
Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Cabo Bebeto atribui votação à força da direita: "O sistema tentou me calar"

Play
Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Play
Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Play
Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Play
Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Segundo Bechara, a prática fere tanto a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor no mês passado, como a legislação eleitoral. Em dezembro de 2019, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a punir o envio em massa de disparos de mensagens por WhatsApp nas campanhas.

O promotor diz que, além de instaurar o inquérito, o MPE orientará os partidos a não contratarem esse tipo de serviço, que é irregular.

"O MP recomendou aos partidos que tomem cuidado com as empresas que vendem esse tipo de serviço, como pacote de cadastros", disse Bechara, que faz um pedido. "Importante conscientizar a população para que denuncie".

Além das empresas, os partidos ou candidatos políticos que usarem dados cadastrais de eleitores para fazerem disparos poderão sofrer penalidades, de acordo com o MPE.

Violação da Lei Geral de Proteção de Dados

Os promotores também apuram se as empresas usaram dados de eleitores armazenados sem consentimento e, dessa forma, teriam violado a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor no dia 18 de setembro.

A Lei busca garantir direitos para os cidadãos e consumidores sobre o tratamento de dados pessoais. Para as empresas, a vigência da lei significa se adequar a uma série de novas regras, mas também cria mais segurança jurídica.

A regulamentação ainda depende da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), que deve orientar as empresas sobre as medidas técnicas de proteção. A multa só pode chegar a 2% do faturamento da empresa ou no máximo a R$ 50 milhões.

Apesar de a Lei Geral de Proteção de Dados ter entrado em vigência, as sanções estão suspensas até agosto de 2021 - período dado para que as empresas se adequem às novas regras.

Regras para conter notícias falsas nas eleições

Desde o ano passado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a punir o envio em massa de disparos de mensagens por WhatsApp nas campanhas eleitorais.

A resolução, publicada em dezembro de 2019, regulamentou a propaganda eleitoral na internet e determinou punição com prisão ou multa para quem espalhar notícias falsas.

A regra estabelece que o partido ou o político tem obrigação de confirmar a veracidade das informações que utilizar, mesmo aquelas produzidas por terceiros.

Se usar dados falsos, terá que garantir ao citado direito de resposta e também poderá sofrer sanções penais. A resolução prevê prisão ou multa para quem divulgar informações falsas ou promover calúnia.

No final de setembro, o TSE lançou parceria com Facebook, Instagram e WhatsApp para combater a desinformação durante a eleição municipal deste ano.

Entre as ferramentas disponíveis, está um canal de comunicação específico com o TSE para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa de mensagens pelo WhatsApp. As denúncias podem ser feitas por meio do site do TSE.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas