Defesa Civil analisa se instabilidade no solo avança para o bairro do Farol
Imóveis vêm apresentando rachaduras; levantamento técnico tem início a partir desta quinta
A Defesa Civil de Maceió iniciou, na manhã desta quinta-feira (10), levantamentos no bairro do Farol, parte alta de Maceió, para analisar se o aparecimento de rachaduras em alguns imóveis tem relação com a instabilidade de solo que afeta os bairros Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto, fenômeno provocado pela atividade de mineração - segundo relatório do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Os levantamentos iniciais consistem na análise das edificações e imóveis circunvizinhos que apresentam rachaduras, para identificar possíveis feições e suas continuidades.
Leia também
"A intenção desses levantamentos é investigar se o fenômeno está se estendendo para outras áreas. Investigar se as fissuras e fraturas identificadas estão associadas à instabilidade de solo que afeta os bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto, ou não", explica o geólogo do Centro Integrado de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cimadec), Antonioni Guerrera.
Durante os trabalhos, as equipes da Defesa Civil de Maceió podem entrar em casas cujo atendimento não foi solicitado ou agendado. "Estaremos nesta quinta-feira, na Rua Tenente Antônio de Oliveira, no Farol, com todos os profissionais identificados com o colete da Defesa Civil e em carro plotado. Estamos com agendamento para analisar os imóveis cujos proprietários solicitaram vistoria e pode haver necessidade de analisar casas vizinhas para entender o problema e colher informações necessárias para o trabalho", destacou o engenheiro civil do Cimadec, Dayvisson Rodrigues.


Prisão de influenciador vira munição em disputa entre JHC e Paulo Dantas

PL de AL aposta em ex-vereador para liderar juventude do partido

Inauguração de avenida em Arapiraca mobiliza lideranças e sinaliza articulação política

Antigos rivais, Sérgio Lira e Marcos Madeira se juntam em apoio a JHC
A investigação para saber se o fenômeno tem relação com o problema identificado no Mapa de Setorização de Danos e de Linhas de Ações Prioritárias levará em consideração os levantamentos de campo e os dados de monitoramento.
Os dados serão ainda compartilhados com a CPRM, órgão federal que dá suporte nas ações de monitoramento realizadas pela Defesa Civil de Maceió, para que sejam analisados e, por fim, emitido um parecer.
